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MÚSICAS PARA RELAXAR

domingo, 6 de julho de 2014

RETORNANDO...

Queridos companheiros de jornada, atendendo aos pedidos, estamos informando que em virtude do jogo do Brasil na próxima sexta-feira dia 04/07/2014, o nosso encontro no FALANDO AO CORAÇÃO será no dia 11/07/2014 sexta-feira às 20:00 pontualmente.

Aguardamos vocês.


Equipe Falando ao coração.

4°. ENCONTRO DE MEDIUNIDADE

A SIMPLICIDADE É O CAMINHO


Público alvo: dirigentes de cursos e voluntários atuantes, que possuam o curso de médiuns completo.

Inscrições a partir do dia 10/07/2014 pelo site:
 http://alianca.org.br

segunda-feira, 30 de junho de 2014

PRÁTICA DO CULTO DO EVANGELHO NO LAR


ROTEIRO DO CULTO DO EVANGELHO NO LAR

Escolhe-se um dia da semana e hora em que seja possível a presença de todos os familiares ou da maior parte deles, observando-se com rigor a sua constância e pontualidade, para facilitar a assistência espiritual.
A direção do Culto do Evangelho no Lar caberá a um dos cônjuges ou a pessoa que disponha de maiores conhecimentos doutrinários. Cabe lembrar, no entanto, que por se tratar de um estudo em grupo não é necessária a presença de pessoas com cultura doutrinária. Na pureza dos ideais e na sinceridade das intenções, todos aprenderão juntos, auxiliando-se mutuamente.
É importante que os temas sejam discutidos com a participação de todos, na medida do possível, sem imposições, para evitarem constrangimentos.
Deve-se buscar um ambiente amistoso, de respeito, pois, viver e falar com Jesus é uma felicidade que não se deve desprezar.
Antes do início da reunião, prepara-se o local, colocando-se em cima da mesa água pura, em uma garrafa, para ser beneficiada pelos Benfeitores Espirituais, em nome de Jesus.

3.    Prece Inicial – Abertura
A prece, além de ligar o ser humano à espiritualidade, traduz respeito pelo momento de estudo a realizar-se.
Inicia-se com uma oração simples onde pedimos a presença dos amigos e protetores espirituais para que o Evangelho possa beneficiar nosso Lar e toda vizinhança. Pode-se pedir também o amparo a todos os nosso parentes e amigos, aos presentes, para os enfermos – do corpo e da alma – para a paz na Terra, para os trabalhadores do Bem e etc.

2. Estudo do Evangelho de Jesus
O estudo do Evangelho do Cristo, à luz da Doutrina Espírita – “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec – poderá ser estudado de duas formas:
a) estudo em sequência – o estudo metódico, em pequenas partes, permite o conhecimento gradual e ordenado dos ensinamentos que o livro encerra. Após o seu término, volta-se, novamente, ao capítulo inicial;
b) estudo ao acaso – consiste na abertura, ao acaso, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, o que ensejará, também, lições oportunas, em qualquer ocasião.
Os comentários devem envolver o trecho lido, buscando-se alcançar a essência dos ensinamentos de Jesus, realçando-se a necessidade da sua aplicação na vida diária.
Pode reservar-se, posteriormente, um momento de palavra livre, onde os participantes da reunião exponham situações da vida prática, para o melhor entendimento e fixação das lições.

3. Prece de Encerramento (Vibrações e Agradecimentos)
Um dos presentes fará a Prece de Encerramento. Primeiramente as vibrações, que é o momento em que deixamos sair de nossos corações os nossos melhores sentimentos. Vibramos, por exemplo, pelo bem universal, pelo nosso país, pela paz entre as pessoas, mas principalmente é o momento de vibrarmos pelo nosso Lar, pela higienização do ambiente doméstico, pela saúde de todos os familiares, pelo pão de cada dia e por todos aqueles que amamos encarnados e desencarnados, assim também como pedimos por aqueles que são os nossos desafetos.
Após as vibrações, os agradecimentos pela presença da equipe espiritual, pelas bênçãos recebidas no Culto do Evangelho no Lar, pela paz, pelas lições recebidas etc.

OBSERVAÇÕES:
·  A duração do Culto do Evangelho no Lar deve ser de aproximadamente 10 a 15 minutos no máximo.

·  No Culto do Evangelho no Lar devem-se evitar manifestações mediúnicas. A sua finalidade básica é o estudo do Evangelho de Jesus, para o aprendizado Cristão, a fim de que seus participantes melhor se conduzam na jornada terrena. Os casos de mediunidade indisciplinada devem ser encaminhados a uma sociedade espírita idônea.

·  Devem-se evitar comparações ou comentários que desmereçam pessoas ou religiões. No Evangelho busca-se a aquisição de valores maiores, tais como a benevolência e a caridade, a compreensão e a humildade, não cabendo, dessa forma, qualquer conversação menos edificante.

·  A realização do Culto do Evangelho no Lar não deve ser suspensa em virtude de visitas inesperadas. Deverá ser esclarecido o assunto com delicadeza e franqueza, convidando-se o visitante a participar do Culto, caso lhe aprouver.

·  O Culto do Evangelho no Lar não deve ser prejudicado, também, em virtude de solicitações sem urgência, recados inoportunos, passeios, festividades de qualquer ordem. Soluções razoáveis, de imediato, ou iniciativas, apôs a reunião, deve ser o caminho para superar os pretensos impedimentos.

·  Somente no caso de situações incontornáveis, em que todos não possam estar presentes, é que se justifica a não realização do Culto do Evangelho no Lar.

·  Evite-se ligar rádio ou televisão no dia do Culto, próximo e depois da hora de sua realização, bem como a leitura de jornais ou obras sem caráter edificante, para que se mantenha um ambiente vibratório de paz e tranquilidade dentro do Lar, bem como saídas à rua, senão para inevitáveis e inadiáveis compromissos.

·  Presença de criança no Culto: As crianças devem, também, participar do Culto do Evangelho no Lar. Nesses casos, os adultos descerão os comentários ao nível de entendimento delas.
 
                                                                                               Créditos: http://ceaemanchester.org.br/


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

RGA 2014

Reunião Geral da Aliança 2014 Descentralizada

 
Aliança com Jesus
Um Caminho de Trabalho para a Redenção

 
Data: 02 e 03 de Março de 2014 - São José dos Campos

 
Módulos:

- A Cura dos Leprosos
- A Samaritana do Peço
- A Parábola dos Samaritanos
- Os Valores da Aliança para o Futuro



Inscritos: 

Vale do Paraíba e Litoral - 27
Brusque - 05
São Paulo Centro - 08
São Paulo Leste - 08
Ceará e Bahia - 08
Pernambuco e Alagoas - 10 




VOCÊ É UM IMPORTANTE CONVIDADO, VEM CONOSCO?

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CEAE Patriarca peregrinando em Gonçalves - MG

Neste último final de semana (julho/2013), fizemos uma visita ao grupo de Gonçalves – MG e foi uma experiência valiosa. Ainda estamos emocionados com a visita! 


Hoje entendo mais plenamente o papel do discípulo, o sentido da Aliança, o valor da amizade e o poder do amor…

MG - Goncalves 3

Podemos sentir o potencial e comprometimento do grupo, um grupo que já conta com seu espaço de estudos muito bem organizado.

MG - Goncalves 4

Na visita, além de nos confraternizarmos em amor e vida, realizamos uma aula presencial; como estão no curso básico, desenvolvemos a aula 15 do programa da EAED “Lei de Ação e Reação” visando desmistificar esta lei e proporcionar a percepção do amor de Deus e sentimentalizando a mesma.

MG - Goncalves 5

Apresentamos a eles o CEAE Patriarca da regional Leste-SP através de fotos, pois afinal temos eles com integrantes de nossa Casa e nossa Aliança.

Acompanhou-nos um jovem da Mocidade, Matheus, que estará participando do curso de formação de dirigente de Mocidade a Distância no próximo sábado; o Matheus apresentou ao grupo a Mocidade a Distância.

A cidade possui 4 mil habitantes (1 mil na zona urbana), não possui Centro espírita; mas o grupo possui um galpão para aproximadamente 50 pessoas, onde realizam palestras espíritas ocasionais; quando perguntamos sobre o que pretendem quanto àquele espaço a resposta veio firme: abrir uma Casa Espírita.

MG - Goncalves 1
Foto: Prefeitura Municipal de Gonçalves - portal.goncalves.mg.gov.br

Temos a perspectiva de retornarmos à cidade em Agosto de 2013 para a realização da Aula Inaugural da Escola de Aprendizes.

MG - Goncalves 2
Foto: Prefeitura Municipal de Gonçalves - portal.goncalves.mg.gov.br

O Grupo, hoje com 5 pessoas, percebeu que o que eles precisam é de algo programado, que permita desenvolver o conhecimento desde o começo de forma mais simples, clara e objetiva. Hoje sentem que aprendem e que estão em caminho mais positivo de aprendizado.

Sentimos grandemente o local constando com Equipe de Limpeza, Higienização e de Proteção… O Grupo precisa muito de amparo e ajuda para dar seguimento, pois foi perceptivo a presença de Mentores estimulando os trabalhos…

Um grande e forte abraço, ainda em estado de emoção..


Postagem escrita por Carlos Reis

sábado, 3 de novembro de 2012

Querido Lulinha



Meu querido irmão, você e um Pequeno Grande Homem que nos deixa grandes recordações, tao grandes como seu Amor, carinho, dedicação e Compromisso com todos nós, vai ficar a saudade das brincadeira das alegrias e dos abraços.
Você meu irmão foi e sempre será, um grande exemplo para todos nós: Podia chover fazer calor perto ou longe, você não desistia, todos nós iremos sentir sua falta, mas tenho a certeza do jeito que és peralta vai ficar Lá no Plano Espiritual nos esperando para nos receber de Braços abertos.

Fique Com DEUS Meu Irmão.

O CEAE Patriarca, perdeu um dos seus mais belos sorrisos!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Encontro de Trabalhadores do CEAE Patriarca


Palestra “Mediunidade e Depressão”
com Edelso da Silva Junior
ocorrida em 29/09/2012 no CEAE Patriarca









Jesus disse: 
Onde houver dois ou três estiverem reunidos em meu nome, lá Eu estarei. 
 (Mt 18,20)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A Incapacidade Física




Uma tendinite, nos faz parar para analisar a vida, a nossa e a de nosso semelhante
Passamos tantas vezes pelas ruas, vemos cadeiras de rodas, cegos, muletas e muitas vezes desconhecemos a dor.
A dor do próximo , que muitas vezes passa despercebida por nós, daquele que pede no semáforo
Daqueles que nunca puderam enxergar a luz, as flores,o sol, os mares.
Daqueles que já puderam ver, mas perderam este Dom maravilhoso
Aqueles que não podem sair de casa, facilmente como nós,pois não podem andar , nasceram assim ou algo os deixou assim, um acidente, uma doença ...
É maravilhoso ter o Dom de andar, para  o trabalho, para um passeio
Como são preciosas as mãos que criam, trabalham sem cessar e muitas vezes, nem lembramos delas
Quantos as perderam , na sua função ou  não mais as tem
Como  deve ser difícil querer trabalhar, criar e não poder, porque muitos podem trabalhar, mas o trabalho não os desperta, só perdendo a função, é que muitos irão sentir falta.
Quantos saem em seus carros,  desrespeitando a vida e quantos voltam paraplégicos
Vários adolescentes degradam seu corpo , no mundo dos vícios
Muitos deficientes  não podem falar e nem ouvir, muitas vezes ignoramos ...
Quanta deficiência, neste mundo que é de matéria e quão podemos ser falíveis e atingíveis
Mas nem sempre o homem pensa nisto
Nem sempre as autoridades, os governos fazem algo para minorar a dor destas pessoas, que também são seres humanos
Porém grande é a luta humana e a capacidade do homem
Quantos paraplégicos se tornaram atletas,quantos que perderam suas pernas , estão dando aulas afora pelos mares, carregando próteses
Vários tornaram-se campeões no salto, carregando uma perna protética
Perde-se uma função, mas o homem aprende a desenvolver outra que a compense
Muitos cegos, sabem ler,muitos cantam,paraplégicos podem trabalhar , podem ser bons locutores, vendedores, pintores
Mas estão por ai afora, carregando suas dores, mas dando lições de vida, de luta, de amor
Porque pior que aquele que é deficiente da matéria, é aquele que tem a matéria perfeita e a destroe, no trânsito, nas drogas, na violência,
Pior, é aquele que tem as mãos perfeitas e não podem estender a mão a seu semelhante,tem o reumatismo no espírito,
Quantos ainda tem as usado para matar
Pior aquele que usa as mãos para praticar o mal ao próximo
Melhor se ter a deficiência da fala, que usar a fala para denegrir, desunir, degradar
Quantos tem pernas perfeitas e não são capazes de caminhar até aquele que sofre,o frio a fome, a dor
Mas ficam em suas casas, lastimando a vida, reclamando de tudo e de todos,muitas vezes, criticando aqueles que estão no trabalho, ou mesmo aquele deficiente que está nas ruas trabalhando para ganhar seu sustento.
Pior deficiente é o deficiente do espírito
Valorizemos o instrumento que Deus nos deu para o trabalho.Se falha-nos  uma mão, temos outra, se não as temos ,podemos usar as palavras para orientar, podemos caminhar até aquele que sofre mais.Uma pessoa paraplégica, se tem as mãos, podem trabalhar com elas de muitas formas,pode criar muitas coisas
A maior benção que o ser humano pode conhecer, que o faz crescer sempre,é o trabalho honesto, caritativo, seja como for
Mas se ele não puder trabalhar , se a deficiência o limita num cárcere de dor, que entregue a Jesus a sua dor
Que possamos sempre agradecer as bençãos em nossas vidas, e nunca esquecermos daqueles que tem tão menos que nós
Que não sejamos deficientes da alma.

http://www.universoespirita.org.br/

As Crianças da Nova Era


Não podemos negar que as crianças de hoje, estão muito diferentes. Esses espíritos que estão nascendo entre nós são muito mais inteligentes, fraternais e com grande poder de dedução e lógica. 
Quem de nós, hoje, não conhece uma criança que já disse ou fez coisas muito avançadas para sua idade? Quem já não observou alguma criança, de 3 ou 4 anos de idade, falando como "gente grande"?
No livro cientifico "Crianças Índigo", lançado em 1999, pelos pesquisadores norte-americanos Lee Carrol e Jan Tober, é revelado que, de algumas décadas para cá, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos vêm descobrindo que grande parte das crianças apresentam características das crianças Indigo, isto é, crianças dotadas de grande intelecto. Segundo os autores do livro, a denominação Índigo se deve ao fato de terem estas crianças auras azuladas, fato este observado por colaboradores dotados de vidência.
De acordo com os pesquisadores, os Índigo, apesar do elevado QI e QE, podem também apresentar problemas de comportamento como hiperatividade ou distúrbios de deficit de atenção, o que suscita problemas de relacionamento tanto em casa como na escola, pois são crianças e jovens questionadores, que percebem as verdadeiras intenções e fraquezas dos adultos e os enfrentam de igual para igual. 
Diz ainda o livro, que eles se portam com nobreza e não têm problemas de auto-estima, mas têm dificuldades de desempenhar algumas tarefas (como esperar na fila, por exemplo), não gostam de rotinas ou rituais repetitivos, se dão melhor com seus "iguais" e não tem vergonha de expor suas necessidades e ou desejos. 
Já, a tese das Crianças Cristal, surgida algum tempo depois no meio espírita, sugere que são crianças mais evoluídas moralmente do que as Indigo, e que estariam reencarnando na Terra para implantar as bases, ético-moral, do mundo de regeneração.
Divaldo Pereira Franco, em seu livro  "Nova Geração - A visão Espírita Sobre as Crianças Índigo e Cristal", e em palestra que circula na Internet (http://www.youtube.com/watch?v=cJzPVjF_ZgU), refere-se a tais crianças como uma nova geração de seres mais evoluídos do que a média terrena e que estariam reencarnando na Terra afim de impulsionar o desenvolvimento do planeta. Diz, ainda, que as Crianças Índigo foram classificadas pelos psicólogos em 4 grupos distintos: humanistas, artistas, conceituais e interdimensionais. 
A este último grupo, os interdimensionais, Divaldo chama de "médiuns do amanhã", denominação que ele também dá às crianças Cristal, afirmando que algumas Cristal já estão encarnadas na Terra e são conhecidas por Crianças Estrela, por  terem olhos vivos, grandes e brilhantes, e por se dedicarem à computação e a atividade virtual. Ainda sobre as crianças Cristal, o médium e palestrante afirma que elas começam a reencarnar para valer, no planeta, realmente a partir de 2012, que são os seres do futuro e responsáveis efetivamente por uma mudança maior na Terra e faz uma curiosa revelação ao dizer que segundo psicólogos, tais espíritos têm dificuldades para iniciar a fala, na atual reencarnação (o que ocorre, de fato, somente aos 2 anos de idade), pois não estão acostumados com a comunicação verbal. 
Assim, há algum tempo já sabemos por Kardec (capítulo final do livro A Gênese), que uma nova geração viria cooperar para o progresso moral da Terra. Também, as autoras espirituais Joanna de Ângelis e Ermance Dufaux, já citaram esse fato (livros "Momentos de Harmonia" e " Reforma Íntima Sem Martírio", respectivamente). 
Sabemos também que o nosso mundo progride e que espíritos reencarnam para impulsionar esse progresso, assim como aconteceu com os "capelinos" numa determinada fase do povoamento do Planeta Terra. Porém, cabe a nós ter bom senso e, diante de nossas crianças, sejam elas Índigo-Cristal-Estrela, ou não, evitarmos o orgulho e a vaidade de considerá-las "seres especiais", amparando-as, orientando-as e amando-as incondicionalmente.  Beijão! ♥♥ 

Postado por Iany Lemos



domingo, 1 de julho de 2012

Quando os bons desejam..


Lutadoras da paz: Ellen Johnson-Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkul Karman.



Você já se deu conta de como o mundo está mudando? E não é para pior, de forma alguma.

Embora as manchetes, todos os dias, nos cientifiquem da violência, da desonestidade de muitos, o mundo está caminhando para melhores dias.

Basta se atente para notícias não tão retumbantes mas que se encontram em jornais, revistas, na internet.

Como asseverou Jesus: Buscai e achareis.

Quem, portanto, deseja saber o todo que ocorre nesta aldeia global, procura e encontra verdadeiras pérolas.

Por exemplo, a informação de quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, no ano de 2011.

Nada menos de três mulheres. E não é o fato de serem mulheres que torna a nota importante. Mas o que elas promovem, realizam em seus países e no mundo.

Ellen Johnson Sirleaf, presidente liberiana, primeira da África, eleita em 2005. Tawakkul Karman, ativista iemenita e Leymah Gbowee, assistente social da Libéria.

Leymah, em nome da paz, combate a desumana situação das mulheres no seu país, no Oriente Médio ou onde quer que a opressão as violente.

Mãe de seis filhos, essa mulher corajosa iniciou um movimento de mulheres para exigir a paz na Libéria. Viajou de aldeia em aldeia, organizando as mulheres.

Contra todas as expectativas, convenceram cristãs e muçulmanas a se unir. Seu discurso era:

Aqui, no movimento, não somos advogadas, ativistas nem esposas.

Não somos cristãs nem muçulmanas, não somos dessa ou daquela tribo. Não somos nem nativas nem da elite. Somos apenas mulheres.

Levar as mulheres a lutar pela paz era o que ela desejava fazer na vida.

Quando as mulheres lhe perguntavam: /Por que devemos fazer alguma coisa? – ela rebatia: Porque é da sua conta! Porque são vocês que têm sido violentadas pelos combatentes. Foi o seu marido que morreu.  É o seu filho que está sendo alistado à força no exército. Luta árdua, difícil.

Foi o grupo de Leymah que apressou a renúncia do presidente Charles Taylor em 2003 e o fim da guerra civil em seu país.

De onde tira a sua coragem? Da fé, diz ela. Tudo o que sou, tudo que aspiro ser, tudo o que fui, foi pela graça de Deus.

E assevera:  Sempre há algo que uma pessoa sozinha pode fazer. Deus nos criou a todos com alguma contribuição inigualável a dar.

Alguns são chamados para ser o vizinho que vai juntar as crianças para cantar ou escutar.

Outros, para ser grandes oradores.

Quero acabar com o mito de que somos vítimas o tempo todo.

Somos mulheres fortes que passamos pelo inferno e ainda conseguimos nos manter de pé.

Onde quer que estejamos, podemos nos levantar.

Nada pode nos impedir de sermos o que quisermos.

Hoje, Leymah viaja pelo mundo como diretora-executiva da rede de mulheres pela paz e pela segurança na África, defendendo mulheres e meninas e tem assento junto a autoridades, que a ouvem.

Bem afirmaram os Espíritos Celestes, em O Livro dos Espíritos que, quando os bons o quiserem, eles predominarão sobre a Terra.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita,  com base em dados colhido na entrevista Ela sonhou com a paz, de Dawn Raffel, de Seleções Reader´s Digest, de novembro de 2011 e no item 932 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.

sábado, 23 de junho de 2012



Encontro de Trabalhadores do CEAE Patriarca


Prestigie o Encontro de Trabalhadores de sua Casa Espírita que se realizará em 30/06/2012 às 19:00h. Este encontro tem como propósito aproximar Fraternalmente os Trabalhadores da Casa, ampliando seus conhecimentos e fortalecendo a fé para continuarmos na jornada de disseminar o Evangelho do Mestre Jesus, refletindo sobre o futuro das Casas Espíritas e as Transições individuais.


Palestra e Dinâmica com Ruperto Segundo Jaure Nunez e Equipe

Tema: Transição Planetária



terça-feira, 5 de junho de 2012

Relações tóxicas



Tóxico é aquilo que sufoca, que intoxica, que produz efeitos nocivos.
Relações tóxicas são aquelas nas quais foram construídos elos de afeto no início do relacionamento e que não estão mais nos proporcionando crescimento e amadurecimento. A tal ponto chegam os conflitos da relação que transformam esse afeto em um relacionamento doentio, pesado e com riscos de se tornar destrutivo.

Devemos distinguir RELAÇÕES TÓXICAS de RELAÇÕES DESTRUTIVAS. A convivência, sempre que difícil, pode intoxicar a relação em algum momento e nem por isso deixa de ser educativa. Relacionar é um aprendizado contínuo e enquanto existe crescimento é natural que haja desafios e labirintos que vão testar os nossos valores e desenvolver nossas qualidades. Por sua vez, as chamadas relações destrutivas, não só não ensejam crescimento, como ainda tornam possíveis os acontecimentos e contextos que podem ser trágicos e traumáticos.

Para ampliar mais nossas reflexões digamos que, quando as relações difíceis não se harmonizam nos pontos de conflito mais graves, caminham para um relacionamento tóxico, mas são ainda possíveis de investimento pessoal e emocional, e portanto, recuperáveis. Quando as relações tóxicas não se encerram ou reciclam, caminham para os relacionamentos destrutivos. A sequência de desenvolvimento dos relacionamentos podem ser nessa ordem, dependendo da história de cada criatura.



Vejamos algumas características pertinentes à intoxicação de uma convivência:

Sensação de sufocamento pois no relacionamento uma das partes se anula, e não consegue se tornar e ser ela mesma.
Dependência emocional, submissão, autoritarismo.
Desrespeito aos princípios básicos de uma relação saudável.
Viciação de hábitos corretivos que não obtém resultados satisfatórios.
Frequentes contextos de mágoa.
Orgulho em não pedir ajuda especializada e fora do relacionamento para a sobrevivência da coexistência harmoniosa.
Ausência do dialogo que é o sintoma capital de como a convivência não anda bem.
Presença de disputa.
Indiferença como tentativa de melhorar da relação.
As relações tóxicas podem envenenar casamentos, sociedades comerciais, famílias, centros espíritas e todo tipo de convivência humana. Quando se atinge esse nível de dificuldades, que não levam a lugar nenhum, sem buscar a superação dos desafios de crescimento que elas propõem, a experiência de conviver se transforma em desgaste e peso. Quando algum aspecto da relação se intoxica entre duas pessoas é porque há um ciclo ou vários ciclos de aprendizado que não se fecharam ou foram mal resolvidos, gerando sofrimento.

Para quem partilha a visão do Espiritismo, há um componente nesse assunto que merece ponderação: ao entrar em um ciclo de intoxicação da convivência, muitos espíritas atribuem tais desarmonias a causas do passado reencarnatório e adotam uma postura de ilusória resignação como se a situação fosse um dia se resolver por automatismo. É como se a pessoa tivesse que passar pela experiência em função de algo que fez em outra vida. Eis uma análise muito perigosa, por dois motivos:

1º) Essa forma de entender costuma levar à acomodação de esperar a hora em que a provação de quem sofre neste tipo de relacionamento se extinguirá, como se isso estivesse completamente fora do âmbito de sua escolha e decisão em fazer algo. Nessa visão, a pessoa se acomoda e aceita a dor imposta por outrem.

2º) Essa acomodação impede o indivíduo de lançar um olhar para o presente, nublando e limitando as chances dos envolvidos na toxicidade da relação, de perceberem a que aprendizado estão sendo chamados, qual o objetivo daquele momento de sofrimento e como dele sair.

Existem relações tóxicas que não têm outro caminho a não ser a ruptura, porque correm risco de se tornarem destrutivas. Outras não necessitam de ruptura, mas de reposicionamento para que se recupere sua condição educativa. Enfim o que marca uma relação tóxica é que ela necessita ser reciclada e tratada, seja por qual caminho for.

Sejamos práticos na forma de analisar o assunto. O que intoxica uma relação é a nossa incapacidade em lidar com o que acontece dentro de nós, a partir de uma convivência. São os sentimentos que orientam ou desorientam a nossa conduta. O analfabetismo a respeito de nossa vida emocional possibilita uma série de efeitos nocivos à arte de amar e se relacionar. Sem lucidez sobre o que fazer com o ciúme, a inveja, a malquerença, o desejo, a tristeza, a mágoa, a antipatia e outras tantas emoções, fica muito escassa a chance de enriquecer nosso conviver e expressar nosso amor com a grandeza e liberdade que gostaríamos.

Algumas vezes, a pretexto de fidelidade ao amor, princípio máximo de nossa Doutrina, e bem intencionados no ideal de superação e crescimento, permanecemos em relações que não avançam ou amadurecem, sem saber como lidar com tais vivências desgastantes. O amor é mesmo uma meta, contudo, para que o apliquemos também a nós, teremos que admitir a quem e como damos conta de amar agora, respeitando nossos limites, solicitando ajuda, nos esforçando em direções diferentes daquelas que não apresentam resultados satisfatórios para melhoria das condições de uma convivência. A isso chamamos de reciclagem.

Vejamos algumas características pertinentes à relação iluminada por uma reciclagem:

Respeito aos limites pessoais.
Busca da leveza como única condição aceitável para uma relação madura.
Desenvolvimento da capacidade de dizer “não”.
Enfrentamento aos abusos de outrem a respeito de cobranças e expectativas.
Cultivo da autonomia como ponto fundamental da ética de conviver.
Afetividade abundante.
O prazer do diálogo.
Enaltecimento dos valores um do outro.
Sem dúvida, tomando por base essas características e mais algumas que poderíamos acrescentar, estamos nos direcionando para construir relações libertadoras de amor.

Por: Wanderley Oliveira


http://www.wanderleyoliveira.blog.br/artigos/relacoes-toxicas-16/03/12

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A Verdadeira Amizade


Para Voltaire, a Amizade é Inseparável da Sabedoria



 O pensador iluminista Voltaire (1694-1778)
Às vezes a palavra “amizade” é usada de modo tão vago que não sabemos o que ela significa de fato para esta ou aquela pessoa.

O filósofo iluminista francês François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire, escreveu o seguinte:

“Amizade é um contrato tácito entre duas pessoas sensíveis e virtuosas. Sensíveis, porque um monge, um solitário, pode não ser ruim e viver sem conhecer a amizade. Virtuosas, porque os maus não buscam mais que cúmplices. Os sensuais buscam companheiros de devassidão. Os interesseiros reúnem sócios. Os políticos congregam partidários. O comum dos homens ociosos mantêm relações. Os príncipes têm cortesãos. Só os virtuosos possuem amigos.” [1]

Assim, na realidade, amigo não é cúmplice e não é comparsa.

Quem engana os outros deve procurar ser um pouco mais inteligente e fazer um auto-exame honesto para ver-se livre deste problema, porque está, seguramente, enganando sobretudo a si mesmo. Pretender ser mais esperto que os outros é prova de uma deficiência mental profunda, mal disfarçada pela astúcia de curto prazo. A mentira, ainda que supostamente “bem intencionada”, faz o mentiroso perder a noção de realidade.

A base inevitável da sinceridade é o autoconhecimento. Só se pode ser amigo dos outros sendo, antes, amigo de si mesmo e do seu próprio eu superior. Em sua origem, a palavra “filosofia” significa “amor à sabedoria”, e Voltaire acrescenta:

“O filósofo é um amigo da sabedoria, ou seja, da verdade. Esse duplo caráter esteve presente em todos os filósofos. Não houve nenhum na Antigüidade que não desse exemplo de virtude aos homens e lições de verdades morais.”[2]

Não é por acaso que o lema do movimento teosófico afirma: “não há religião mais elevada que a verdade”.

A amizade é um privilégio exclusivo dos que dizem a verdade tal como a percebem. Para a prática da fraternidade universal - grande meta da evolução humana - cada um deve reaprender a ser sincero com todos os outros.

NOTAS:

[1]Dicionário Filosófico”, Voltaire, Ed.Martin Claret, p. 23.

[2] “Dicionário Filosófico”, p. 232.

Por: Carlos Cardoso Aveline

domingo, 20 de maio de 2012

Comemoração dos 60 anos da FDJ

 

Fraternidade dos Discípulos de Jesus

Certa feita relatou-nos o Comandante Armond, que Razin, um espírito de grande elevação, presenciou os momentos finais de passagem de Jesus pela Terra, tendo sido envolvido por emoções muito fortes no triste momento do calvário. Naquele momento Razin reuniu algumas pessoas que, atônitas, presenciavam a imolação do Cordeiro de Deus, propondo a formação de um grupo com o propósito de trabalhar incessantemente, até que os ensinamentos do Cristo penetrassem no coração dos homens.
Não nos recordamos, pelo relato do Comandante, se na época, Razin se encontrava encarnado, ou se a passagem citada teve lugar no plano imaterial, mas a verdade é que esses espíritos formaram uma fraternidade do espaço, que com o tempo, ganhou novos adeptos e veio a ser denominada Fraternidade do Trevo.
No final da década de 40, quando Armond, na Federação Espírita do Estado de São Paulo, dava início ao grande movimento de evangelizacão, através da Escola de Aprendizes do Evangelho, adeptos de razin constataram uma notável identificação de ideais, e passaram a apoiar definitivamente a iniciativa de Armond. Com a formação da primeira turma de Escola de Aprendizes do Evangelho, o Plano Espiritual, na pessoa de Razin, propôs a criação, no plano material, da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, como uma extensão da Fraternidade do Trevo.
A FDJ tem como finalidade principal, ser um portal de entrada, e não um marco de chegada. Através dela, o Discípulo sente a Humanidade inteira, com seu coração sensível, e ouve de mais perto o apelo de Jesus para que façam alguma coisa, mobilizando o Amor e a Sabedoria que Deus nos concedeu.



quinta-feira, 17 de maio de 2012

Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos


01 - Disciplinar os próprios impulsos.

02 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.

03 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.

04 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.

05 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.

06 - Evitar as conversações inúteis.

07 - Receber o sofrimento o processo de nossa educação.

08 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.

09 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.

10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Paz e Renovação.

Ditado pelo Espírito André Luiz.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Heroísmo Materno


Foi em dezembro de 1944 que tudo começou. Caminhões chegaram no campo de concentração de Bergen-Belsen e despejaram 54 crianças. A mais velha tinha 14 anos e havia muitos bebês.

No alojamento das mulheres, Luba Gercak dormia. Acordou sua vizinha de beliche e lhe perguntou: Está escutando? É choro de criança.

A outra lhe disse que voltasse a dormir. Ela devia estar sonhando. Todos conheciam a história de Luba. Ainda adolescente se casara com um marceneiro e tiveram um filho, Isaac.

Quando veio a guerra, os nazistas lhe arrancaram dos braços o filho de três anos e o jogaram em um caminhão, junto com outras crianças e velhos.

Todos inúteis para o trabalho e, portanto, com destino certo: a câmara de gás.

Logo mais, ela pôde ver um outro caminhão arrastando o corpo, sem vida, do marido.

No primeiro momento, desistira de viver. Depois, a fé lhe visitou a alma e ela percebeu que Deus esperava muito mais dela. Então, passou a ser voluntária nas enfermarias.

Agora, Luba ouvia choro de crianças. Quem seriam?

Abriu a porta do alojamento e viu meninos, meninas, bebês apinhados, em choro, no meio do campo. Separados de seus pais, se encontravam desnorteados e tinham fome e frio.

Luba as trouxe para dentro. E porque protestassem as demais ocupantes do infecto alojamento, ela as repreendeu, dizendo:

Vocês não são mães? Se fossem seus filhos, diriam para que eu os deixasse morrer de frio? Eles são filhos de alguém.

Em verdade, o que suas companheiras temiam era a fúria dos soldados da SS.

Luba agradeceu a Deus por lhe ter enviado aquelas crianças. O seu filho morrera, mas faria tudo para que aquelas crianças vivessem.

Foi até o oficial da SS no acampamento e lhe contou o que fizera. Pôs sua mão no braço dele e suplicou.

Ele se deu conta que ela o tocara, o que era proibido, e lhe aplicou um soco em pleno rosto, fazendo-a cair.

Ela se levantou, o lábio sangrando e falou: Sou mãe. Perdi meu filho em Auschwitz. Você tem idade para ser avô. Por que há de querer maltratar crianças e bebês?

Fique com elas, foi a resposta seca do oficial.

Mas ficar com elas não era suficiente. Era necessário alimentá-las. Nos dias que se seguiram, todas as manhãs, ela ia ao depósito, à cozinha, à padaria, implorando, barganhando e roubando alimentos.

Os meninos ficavam à janela e quando a viam chegar diziam uns aos outros: Lá vem irmã Luba. Ela traz comida para nós!

À noite, ela cantava canções de ninar e as abraçava. Era a mãe que lhes faltava. As crianças, que falavam holandês, não entendiam as palavras de Luba, que era polonesa, mas compreendiam seu amor.

Em 15 de abril de 1945, os tanques britânicos entraram no campo, vitoriosos, e em seis idiomas passaram a rugir os alto-falantes: Estão livres! Livres!

Luba conseguira salvar 52 das 54 crianças que adotara como filhos do coração.

* * *

Em abril de 1995, 50 anos após a libertação, cerca de 30 homens e mulheres se reuniram na Prefeitura de Amsterdã para homenagear aquela mulher.

Recebeu, em nome da Rainha Beatriz, a medalha de prata por serviços humanitários.

No entanto, declarou que sua maior recompensa era estar com aqueles seus filhos que, com o apoio de Deus, conseguira salvar da sombra dos campos da morte.

* * *
Por isso tudo nunca pensemos que somos muito pequenos para lutar pelas grandes causas, ou que estamos sós. Quem batalha pela justiça, tem um insuperável aliado que se chama Deus, nosso Pai.

Redação do Momento Espírita com base no artigo “Uma heroína no inferno”, publicada na Revista Seleções do Reader’s Digest, de março de 1999.
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