HISTÓRIA DO GRUPO DE APOIO AO FUMANTE
Em 11 de agosto de 2006 o tema da aula do Curso de Aprendizes do Evangelho falava sobre “Vícios” e o expositor, Sr. Haroldo, do CEAE Manchester, propôs que os fumantes daquela turma deixassem o vício, pois já estava na hora de abandonarem os maus hábitos. Sugeriu que pedíssemos aos nossos amigos do curso que vibrassem para os fumantes. Fizemos melhor. Éramos quatro pessoas: Eduardo, Jair, José Flamini e Sandra. Pedimos autorização à Dirigente do curso, Marli Araújo que disponibilizou espaço na Casa para vibrarmos por nós mesmos, meia hora antes da aula.
O CEAE Manchester possui um trabalho em favor dos fumantes e o Jair já havia feito um tratamento naquela Casa sob a direção de Dona Arlete e nosso trabalho inicia-se nos mesmos moldes com seu total apoio..
Em 18 de agosto do mesmo ano começamos as vibrações. Iniciamos tímidos e acompanhamos os critérios de todo começo de trabalho com a Prece de Preparação, a limpeza dos Chacras e o Encerramento. Instituímos um caderno onde seria escrito os nomes de pessoas e estaríamos vibrando por estes nomes todas as sextas feiras. Irmãos nossos do curso juntaram-se a nós e estávamos todos vibrando por todos os fumantes do mundo, para os que plantam e colhem, para os empresários da nicotina também. Instituímos um caderno onde seria escrito os nomes de pessoas e estaríamos vibrando por estes nomes todas as sextas feiras. O Jair marcou data para parar – em seu aniversário 19 de setembro. O Eduardo e o Flamini marcaram para o dia de eleição em outubro e quanto a mim não marquei pois não queria me comprometer com data, mas parei logo em seguida no dia 22 de novembro. Realmente não foi fácil, porém conseguimos. A cada semana nos sentíamos mais fortalecidos, envolvidos num tratamento espiritual saudável e efetivo. Surgiu o compromisso de romper de uma vez por todas com o tabagismo. Tivemos apoio total de nossos irmãos do Curso, da Dirigente, de toda a Diretoria da Casa e principalmente da Espiritualidade e acima de tudo entregávamos nossas súplicas a Jesus.
Em quatro meses os quatro iniciantes do trabalho de vibrações pararam de fumar. Durante este período a Suely juntou-se a nós dando-nos apoio fundamental para prosseguimento dos trabalhos. Em março do ano seguinte o Sr. Arnaldo nos procurou e disse para nos prepararmos, pois aquele trabalho seria formalizado adquirindo estrutura de atendimento aos assistidos da Casa, e que aguardássemos o sinal para começarmos. Em março 2009 Grupo de Apoio ao Tabagista comemorou dois anos de idade e com total de oito pessoas que abandonaram o vício. E continuamos vibrando e convidamos a todos que queiram abandonar o hábito de fumar para juntar-se a nós nessa batalha e receber o tratamento. Todos são Bem-Vindos.
Hoje, fevereiro de 2010 somos um grupo grande de assistidos. Contabilizando desde o início passaram por nossa sala trinta e duas pessoas e dezesseis pararam de fumar. No final do ano presenteamos nossos assistidos com o livro de José Carlos de Luca “Atitudes para Vencer”. Alguns abandonaram o tratamento e mesmo assim foram presenteados. Este livro é referencia durante os três anos. O tratamento obedece a ordem: leitura edificante, Prece de Preparação, Limpeza dos Chacras, Prece de Encerramento e enquanto percorremos esta rota a espiritualidade trata cada um de nós e depois todos tomam a água fluidificada. Em seguida os assistidos são chamados para os respectivos passes.
Fazemos e leitura do livro Atitudes para Vencer e comentamos o tema. Damos a oportunidade para um ou dois assistidos falarem e alguns testificam o tratamento dizendo o que sentiu no corpo físico durante as preces. Além de ser um tratamento espiritual é um tratamento terapêutico, pois todos falam de suas dificuldades.
Distribuímos um caderno para cada um deles deixando que escrevam a vontade. Alguns deles se destacam e seus textos servem de apoio para os demais.
Podemos dizer que a Sala dos Fumantes tornou-se mais uma Câmara de Tratamento, pois ao sair dali os assistidos vão para as Câmaras de Passes (P1, P2, CH ou P3B). Nesta sala comparecem também os amigos desencarnados que necessitam de tratamento. Enfim todos são agraciados com um duplo tratamento.
Nossa gratidão a toda Diretoria da Casa, ao apoio dos nossos companheiros de jornada e a toda a espiritualidade que são nossos amigos desencarnados médicos, psicólogos, enfermeiros, aos Mentores da Casa, do trabalho e aos nossos mentores que sempre ao nosso lado nos dá a força necessária para que esse trabalho continue.
Depoimento de Rosana Maria Melo (mencionado no caderno)
As pessoas dizem que “Deus está presente”. Mas nada como se sentir “desejado por Deus”. E nós somos desejados por Deus. Como perceber? Como saber? Estamos nos renovando a todo instante, queremos melhorar como pessoa, como pai, mãe, filho, esposa, marido, etc. Essa procura por melhorar é “ser desejado por Deus”.
Depoimento de Ângela Curcio (mencionado no caderno)
Após o término do Curso de Passes que freqüentei, tive alta espiritual do tratamento de fumante a partir de 04/07/09
Não consigo descrever o momento de pânico que vivi quando soube da alta, me senti totalmente “desamparada” solta no mar aberto, pulando sozinha de pára-quedas do avião a três mil metros de altura. Logo pensei: preciso encontrar o meu centro de equilíbrio e manter o rumo no qual vinha trilhando e acreditar que consigo.
Por: Sandra Cristina de Souza
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MÚSICAS PARA RELAXAR
sábado, 24 de abril de 2010
Ano 04 - Nº 08 - PENSEMOS NISSO !
Reforma Íntima... até quando?
Um companheiro de Centro, certo dia, levantou a questão da “aposentadoria de reforma íntima”. É claro que ele estava brincando, mas acabou fazendo com que os presentes pensassem sobre o assunto.
Nossa reforma se inicia quando deixamos despertar em nosso íntimo a necessidade de sermos pessoas melhores... e não acaba mais. Aqueles que bravamente perseveram nesse caminho árduo, colhem frutos que satisfazem a alma e o coração, mas acredito que muitos de nós fazemos desse processo uma forma de tortura chinesa com nossa consciência.
Não nos tornamos santos de um dia para outro, que isso fique muito claro, mas o caminhar gradativo em busca da perfeição é que nos faz progredir em direção ao Pai. E para isso, são necessárias muita força de vontade e paciência conosco mesmos.
Por que paciência? Porque a pressa de nos transformarmos em seres mais apurados acaba fazendo com que exijamos de nós mesmos uma perfeição quase que imediata. E o que acontece? Cobramo-nos comportamentos que não nos são naturais ainda e isso se torna dolorido, faz com que nos sintamos pessoas piores do que realmente somos e... desanimamos.Muitos chegam a desistir de todo o resto.
É preciso entendermos que cada passo, por mais insignificante que seja, deve ser comemorado. Se antes nos irritávamos com aquela fechada que nos deram no trânsito e hoje já conseguimos dar passagem e deixar que aquele companheiro siga seu caminho, ponto pra gente! Se um colega de trabalho não nos respondeu “bom dia” e mesmo assim não lhe dirigimos um pensamento mal educado, bingo! É dessa maneira, caminhando devagarzinho que chegaremos ao topo da escada celestial, ainda que não seja nessa encarnação.
Aproveitemos a oportunidade tão valiosa que nos foi concedida de conhecer e ir colocando em prática em nossa existência. Não nos deixemos frustrar ou desanimar se ainda cometemos alguns deslizes. Consideremos que se já desenvolvemos a capacidade de sentirmos arrependimento, é porque já melhoramos um pouquinho.
O importante é não nos acomodarmos e cairmos na tentação de nos acharmos reformados. A perfeição não existe (pelo menos neste mundo), por isso precisamos nos aprimorar sempre. NÃO HÁ APOSENTADORIA, QUERIDOS COMPANHEIROS. Mas façamos de nossa reforma íntima um processo feliz, que nos dê prazer e satisfação em colocá-lo em prática e não um muro de lamentações que nos lança a uma condição inferiorizada.
Afinal, Deus nos criou para sermos felizes...
Por: Ana Cristina Saracini Navarro
Um companheiro de Centro, certo dia, levantou a questão da “aposentadoria de reforma íntima”. É claro que ele estava brincando, mas acabou fazendo com que os presentes pensassem sobre o assunto.
Nossa reforma se inicia quando deixamos despertar em nosso íntimo a necessidade de sermos pessoas melhores... e não acaba mais. Aqueles que bravamente perseveram nesse caminho árduo, colhem frutos que satisfazem a alma e o coração, mas acredito que muitos de nós fazemos desse processo uma forma de tortura chinesa com nossa consciência.
Não nos tornamos santos de um dia para outro, que isso fique muito claro, mas o caminhar gradativo em busca da perfeição é que nos faz progredir em direção ao Pai. E para isso, são necessárias muita força de vontade e paciência conosco mesmos.
Por que paciência? Porque a pressa de nos transformarmos em seres mais apurados acaba fazendo com que exijamos de nós mesmos uma perfeição quase que imediata. E o que acontece? Cobramo-nos comportamentos que não nos são naturais ainda e isso se torna dolorido, faz com que nos sintamos pessoas piores do que realmente somos e... desanimamos.Muitos chegam a desistir de todo o resto.
É preciso entendermos que cada passo, por mais insignificante que seja, deve ser comemorado. Se antes nos irritávamos com aquela fechada que nos deram no trânsito e hoje já conseguimos dar passagem e deixar que aquele companheiro siga seu caminho, ponto pra gente! Se um colega de trabalho não nos respondeu “bom dia” e mesmo assim não lhe dirigimos um pensamento mal educado, bingo! É dessa maneira, caminhando devagarzinho que chegaremos ao topo da escada celestial, ainda que não seja nessa encarnação.
Aproveitemos a oportunidade tão valiosa que nos foi concedida de conhecer e ir colocando em prática em nossa existência. Não nos deixemos frustrar ou desanimar se ainda cometemos alguns deslizes. Consideremos que se já desenvolvemos a capacidade de sentirmos arrependimento, é porque já melhoramos um pouquinho.
O importante é não nos acomodarmos e cairmos na tentação de nos acharmos reformados. A perfeição não existe (pelo menos neste mundo), por isso precisamos nos aprimorar sempre. NÃO HÁ APOSENTADORIA, QUERIDOS COMPANHEIROS. Mas façamos de nossa reforma íntima um processo feliz, que nos dê prazer e satisfação em colocá-lo em prática e não um muro de lamentações que nos lança a uma condição inferiorizada.
Afinal, Deus nos criou para sermos felizes...
Por: Ana Cristina Saracini Navarro
Ano 04 - Nº 08 - SESSÃO DOUTRINÁRIA
Até a terceira edição do Livro “Vivência do Espiritismo Religioso (livro que rege e orienta o programa da Aliança Espírita Evangélica) a Sessão Doutrinária era colocada como meio preliminar ao curso básico de espiritismo onde o assistido, seria automaticamente levado ao estudo.
A partir da terceira edição do Vivência, a Sessão Doutrinária passou a fazer parte do tratamento espiritual, onde os passes são substituídos pelo esclarecimento evangélico. Na realidade, esta é a forma de mostrar ao assistido a necessidade do estudo da doutrina para melhor compreender a si mesmo e conseqüentemente buscar sua renovação, o homem novo, por meio do Evangelho de Jesus.
As Sessões Doutrinárias são excelentes instrumentos para motivar (despertar) seus freqüentadores a interessarem-se pela Doutrina Espírita aplicada a seu cotidiano, bem como, inscreverem-se no Curso Básico de Espiritismo e na Escola de Aprendizes do Evangelho, para os quais são sempre convidados, caso desejem maiores esclarecimentos doutrinários.
A Sessão Doutrinária constitui-se de um programa simplificado para a exposição de conceitos básicos espíritas, dirigidos àqueles que concluem uma série de passes da Assistência Espiritual. Tem como principal objetivo o auto-equilíbrio dos assistidos por meio do esclarecimento evangélico.
Fonte: Vivência do Espiritismo Religioso – AEA – 6ª Edição
Por: Maria do Carmo M. Galante
A partir da terceira edição do Vivência, a Sessão Doutrinária passou a fazer parte do tratamento espiritual, onde os passes são substituídos pelo esclarecimento evangélico. Na realidade, esta é a forma de mostrar ao assistido a necessidade do estudo da doutrina para melhor compreender a si mesmo e conseqüentemente buscar sua renovação, o homem novo, por meio do Evangelho de Jesus.
As Sessões Doutrinárias são excelentes instrumentos para motivar (despertar) seus freqüentadores a interessarem-se pela Doutrina Espírita aplicada a seu cotidiano, bem como, inscreverem-se no Curso Básico de Espiritismo e na Escola de Aprendizes do Evangelho, para os quais são sempre convidados, caso desejem maiores esclarecimentos doutrinários.
A Sessão Doutrinária constitui-se de um programa simplificado para a exposição de conceitos básicos espíritas, dirigidos àqueles que concluem uma série de passes da Assistência Espiritual. Tem como principal objetivo o auto-equilíbrio dos assistidos por meio do esclarecimento evangélico.
Fonte: Vivência do Espiritismo Religioso – AEA – 6ª Edição
Por: Maria do Carmo M. Galante
Ano 04 - Nº 08 - PERSONALIDADES ESPÍRITAS
JÉSUS GONÇALVES
Nasceu em 12/07/1902 em Borebi ( próximo a Agudos – SP ); ficou órfão de mãe aos três anos de idade e seu pai era um humilde lavrador.
Aos 14 anos empregou-se como trabalhador braçal na fazenda Boa Vista, de Ângelo Pinheiro Machado. Nesta época começou a aprender música e junto com outros companheiros animavam as quermesses e bailes com a bandinha de Borebi. Aos 17 anos foi para Bauru, onde freqüentou o Colégio São José, mas não chegou a tirar o diploma do ginásio.
Casou-se aos 20 anos com Theodomira de Oliveira que era viúva e já tinha dois filhos. Mesmo assim ainda tiveram mais quatro filhos. Nesta época empregava-se como tesoureiro da prefeitura.
Em 1930 sua esposa desencarna por causa de uma tuberculose. Apesar das enormes dificuldades em criar suas seis crianças continuava a tocar e fazia parte da Banda da Prefeitura de Bauru como clarinetista. Atuava também como diretor e ator de teatro na cidade. Apesar de seu pouco estudo, apreciava poesia e prosa, colaborando ativamente nos jornais “Correio do Noroeste” e “Correio de Bauru”.
Casou-se novamente com Anita Vilela, vizinha que lhe ajudava a cuidar das crianças, mas aos 27 anos de idade foi acometido pela hanseníase ( lepra ). Anita era estudiosa da doutrina espírita e tentava em vão esclarecer a mente materialista do ateu Jésus.
Nestes tempos os doentes eram obrigados a abandonar seus empregos e viverem isolados da sociedade, trancados em suas casas ou então em leprosários.Como faria então para cuidar de sua esposa e das crianças?
Aposentado prematuramente passa a viver em uma moradia cedida temporariamente pela Câmara Municipal. Apesar disso continua a escrever para o correio do Noroeste.
Seu compadre, João Martins, cedeu-lhe o usufruto de um sítio, onde Jésus passou a cultivar melancias e outras frutas. Mas, em agosto de 1933, o Serviço Sanitário recolhe-o, afastando-o do convívio de sua família, e internou-o no Asilo-Colônia Aymorés.
Por ter sido sempre um homem resignado foi sempre líder, tolerante e calmo. Fundou o jornal interno “O momento”, a Jazz Band de Aymorés e a equipe de futebol. Por não receberem grupos artísticos no asilo, fundou também o grupo teatral interno.
Jésus sofria muito com problemas no fígado, buscava a transferência para o Hospital Padre Bento em Guarulhos. Mas suas cartas paravam nas mãos do diretor do Sanatório Aymorés, que não queria perder o seu mais ativo e dinâmico interno. Em 1937 conseguiu a transferência mas não conseguiu chegar até lá; as dores no fígado o obrigaram a parar em Itu, e ali ficou no Hospital de Pirapitingui. Fundou ali, além da Jazz Band, a Rádio Clube de Pirapitingui e um jornal interno, o “Nosso Jornal”.
Em 1943, Anita desencarnou e no velório da mesma aconteceram diversos acontecimentos mediúnicos de clarividência de alguns colegas seus e finalmente Anita passou uma mensagem para ele de uma forma bastante íntima onde Jésus não teve dúvida da veracidade das informações, um pequeno trecho:”Velho, não duvides mais, Deus existe!”. Por ser extremamente materialista buscou nos livros espíritas as explicações para o contato.
A conversão de Jésus ocorreu de forma bastante convincente. Um dia, às voltas com suas dores no fígado, resolveu chamar aquele Deus e desafiou tirando um pouco de água e colocando em um copo.
Se Deus existe mesmo, dou cinco minutos para que coloque nesta água um remédio que cure a dor que sinto. E contou no relógio. Quando bebeu a água sentiu que estava totalmente amarga. Chamou um companheiro que confirmou a alteração da água. E após dois minutos não sentiu mais dores.
Fundou em 1945, após muito estudo, o Centro Espírita Pirapitingui. Com dificuldades conseguiu recursos junto às comunidades espíritas para a construção do centro. Diversas caravanas espíritas passaram a visitar o sanatório, levando alegria e conforto aos internos.
Passou então a atender as incorporações de familiares e desobsessões severas daqueles considerados loucos, permitindo a estes que voltassem à vida normal.
Vinte dias antes de desencarnar, com a doença já tendo consumido todo o corpo e também as cordas vocais, foi à sessão espírita e para surpresa das 300 pessoas presente, os mentores da casa devolveram-lhe a voz e aí fez uma preleção de quase duas horas, de elevados ensinamentos evangélicos. Ao término da preleção Jésus simplesmente perdeu a voz novamente.
E sofreu muito nos últimos dias, o seu corpo estava completamente deformado pela doença, seu rosto transfigurado e seus órgãos começaram a parar, e lentamente desligou-se do corpo físico em 16/02/1947. Mas teve tempo de saber que o sofrimento foi o caminho que o levou a Cristo e que pode mudar a mentalidade daqueles que consideravam os doentes internos de asilos, sanatórios e leprosários apenas como animais fedorentos.
E assim resgatou erros cometidos em encarnações passadas. Como Alarico, o Grande, rei dos visigodos, século IV; Alarico II, 8 chefe dos visigodos, séculos V e VI; Cardeal Richilieu, séculos XVI E XVII, na França.
Fontes: http://www.espiritismogi.com.br/ e http://www.jesusgoncalves.org.br/
Nasceu em 12/07/1902 em Borebi ( próximo a Agudos – SP ); ficou órfão de mãe aos três anos de idade e seu pai era um humilde lavrador.
Aos 14 anos empregou-se como trabalhador braçal na fazenda Boa Vista, de Ângelo Pinheiro Machado. Nesta época começou a aprender música e junto com outros companheiros animavam as quermesses e bailes com a bandinha de Borebi. Aos 17 anos foi para Bauru, onde freqüentou o Colégio São José, mas não chegou a tirar o diploma do ginásio.
Casou-se aos 20 anos com Theodomira de Oliveira que era viúva e já tinha dois filhos. Mesmo assim ainda tiveram mais quatro filhos. Nesta época empregava-se como tesoureiro da prefeitura.
Em 1930 sua esposa desencarna por causa de uma tuberculose. Apesar das enormes dificuldades em criar suas seis crianças continuava a tocar e fazia parte da Banda da Prefeitura de Bauru como clarinetista. Atuava também como diretor e ator de teatro na cidade. Apesar de seu pouco estudo, apreciava poesia e prosa, colaborando ativamente nos jornais “Correio do Noroeste” e “Correio de Bauru”.
Casou-se novamente com Anita Vilela, vizinha que lhe ajudava a cuidar das crianças, mas aos 27 anos de idade foi acometido pela hanseníase ( lepra ). Anita era estudiosa da doutrina espírita e tentava em vão esclarecer a mente materialista do ateu Jésus.
Nestes tempos os doentes eram obrigados a abandonar seus empregos e viverem isolados da sociedade, trancados em suas casas ou então em leprosários.Como faria então para cuidar de sua esposa e das crianças?
Aposentado prematuramente passa a viver em uma moradia cedida temporariamente pela Câmara Municipal. Apesar disso continua a escrever para o correio do Noroeste.
Seu compadre, João Martins, cedeu-lhe o usufruto de um sítio, onde Jésus passou a cultivar melancias e outras frutas. Mas, em agosto de 1933, o Serviço Sanitário recolhe-o, afastando-o do convívio de sua família, e internou-o no Asilo-Colônia Aymorés.
Por ter sido sempre um homem resignado foi sempre líder, tolerante e calmo. Fundou o jornal interno “O momento”, a Jazz Band de Aymorés e a equipe de futebol. Por não receberem grupos artísticos no asilo, fundou também o grupo teatral interno.
Jésus sofria muito com problemas no fígado, buscava a transferência para o Hospital Padre Bento em Guarulhos. Mas suas cartas paravam nas mãos do diretor do Sanatório Aymorés, que não queria perder o seu mais ativo e dinâmico interno. Em 1937 conseguiu a transferência mas não conseguiu chegar até lá; as dores no fígado o obrigaram a parar em Itu, e ali ficou no Hospital de Pirapitingui. Fundou ali, além da Jazz Band, a Rádio Clube de Pirapitingui e um jornal interno, o “Nosso Jornal”.
Em 1943, Anita desencarnou e no velório da mesma aconteceram diversos acontecimentos mediúnicos de clarividência de alguns colegas seus e finalmente Anita passou uma mensagem para ele de uma forma bastante íntima onde Jésus não teve dúvida da veracidade das informações, um pequeno trecho:”Velho, não duvides mais, Deus existe!”. Por ser extremamente materialista buscou nos livros espíritas as explicações para o contato.
A conversão de Jésus ocorreu de forma bastante convincente. Um dia, às voltas com suas dores no fígado, resolveu chamar aquele Deus e desafiou tirando um pouco de água e colocando em um copo.
Se Deus existe mesmo, dou cinco minutos para que coloque nesta água um remédio que cure a dor que sinto. E contou no relógio. Quando bebeu a água sentiu que estava totalmente amarga. Chamou um companheiro que confirmou a alteração da água. E após dois minutos não sentiu mais dores.
Fundou em 1945, após muito estudo, o Centro Espírita Pirapitingui. Com dificuldades conseguiu recursos junto às comunidades espíritas para a construção do centro. Diversas caravanas espíritas passaram a visitar o sanatório, levando alegria e conforto aos internos.
Passou então a atender as incorporações de familiares e desobsessões severas daqueles considerados loucos, permitindo a estes que voltassem à vida normal.
Vinte dias antes de desencarnar, com a doença já tendo consumido todo o corpo e também as cordas vocais, foi à sessão espírita e para surpresa das 300 pessoas presente, os mentores da casa devolveram-lhe a voz e aí fez uma preleção de quase duas horas, de elevados ensinamentos evangélicos. Ao término da preleção Jésus simplesmente perdeu a voz novamente.
E sofreu muito nos últimos dias, o seu corpo estava completamente deformado pela doença, seu rosto transfigurado e seus órgãos começaram a parar, e lentamente desligou-se do corpo físico em 16/02/1947. Mas teve tempo de saber que o sofrimento foi o caminho que o levou a Cristo e que pode mudar a mentalidade daqueles que consideravam os doentes internos de asilos, sanatórios e leprosários apenas como animais fedorentos.
E assim resgatou erros cometidos em encarnações passadas. Como Alarico, o Grande, rei dos visigodos, século IV; Alarico II, 8 chefe dos visigodos, séculos V e VI; Cardeal Richilieu, séculos XVI E XVII, na França.
Fontes: http://www.espiritismogi.com.br/ e http://www.jesusgoncalves.org.br/
Por: Marli Mattos
quinta-feira, 8 de abril de 2010
NOSSO LAR TRAILER OFICIAL
Nosso Lar é um filme de longa metragem brasileiro, dirigido e roteirizado por Wagner de Assis e baseado na obra homônima (Nosso Lar) escrita por André Luiz e psicografada pelo médium Chico Xavier.
O ator que representa André Luiz, o personagem principal da história, é Renato Prieto. O filme conta com alguns atores e atrizes bastante conhecidos da teledramaturgia brasileira como Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart, dentre outros. Tendo sido gravado durante os meses de julho, agosto e setembro de 2009 em locações no Rio de Janeiro e Brasília, será lançado em 3 de setembro de 2010.
Sinopse
Ao despertar no Mundo Espiritual, André Luiz se depara com criaturas assustadoras e sombrias vivendo, juntamente com ele, neste lugar escuro e sombrio. Além disso, ele também se assusta por perceber que apesar de ter "morrido" ele ainda continua vivo e ainda sente fome, sede, frio e outras sensações materiais. Após um longo período de sofrimento ele é recolhido dessa zona de sofrimento e purgação de falhas do passado por espíritos do bem e é levado para a Colônia Espiritual Nosso Lar, de onde surge o nome do filme. A partir desse momento ele começa a conhecer melhor a vida no além túmulo e a aprender lições e adquirir conhecimentos que mudarão completamente o seu modo de enxergar a vida.
Tendo então tomado consciência de que está desencarnado (morto), sente imensa vontade de voltar à Terra para visitar e rever parentes próximos de quem guarda imensa saudade. Entretanto, como narra a sinopse do site oficial do filme, isso acontece só para que ele perceba "a grande verdade - a vida continua para todos".
SITE OFICIAL : http://www.nossolarofilme.com.br/
CHICO XAVIER TRAILER OFICIAL
Chico Xavier é uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium Chico Xavier, que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os Espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.”
.
Roteiro de Bernstein, baseado na obra de Marcel Souto Maior “As Vidas de Chico Xavier”
SITE OFICIAL: http://www.chicoxavierofilme.com.br
sábado, 3 de abril de 2010
Ano 04 - Nº 08 - CURSO DE ENTREVISTADORES
Desejo deixar registrado meus parabéns a minha querida Marli, juntamente com a Jeane e Davi que a auxiliaram no curso de entrevistadores,onde foi muito bom e de excelente conteúdo eles estão de parabéns e também a todos que participaram e já são os novos entrevistadores da Casa são eles : Ricardo A. Zeidan, Carla Adriani Zeidan , Uilhamar Almeida , Sandra Cristina, Sandra Saracini, Ana Cristina Sarcini Navarro, Osmar Mendonça, José Flamini, Jair Kitsuwa, Regiane Farahte Seraphim, Ivone, Cleusa Duarte da Silva, Cleonice Duarte Tavares, e eu Oswaldo Rollo .
Por Oswaldo Rollo
Por Oswaldo Rollo
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