Toma que o filho é seu!
Nosso vizinho Sr.Claudio que cuida de mais de 50 cães, veio nos entregar três filhotinhos que haviam sido abandonados na porta de sua chácara. Estava chateado por não poder acomodá-los, pois sua esposa estava viajando.
Adotamos os bichinhos de todo coração. Os filhotes foram chamados de Rose, Frans e Tob.
Um mês depois, avistamos outro filhote que tinha a mesma cara do Tob e a resgatamos de uma lixeira e a chamamos de Meire. Os seus irmãos a reconheceram e acolheram com alegria e carinhosas brincadeiras. Três meses depois apareceu o quinto cachorrinho com a mesma cara do Frans e o chamamos de Fred, este veio com suas próprias pernas, até o nosso portão.
Devo deixar claro que o estado de abandono deles é sempre complicado de lidar. Os três primeiros tinham muitas pulgas e vermes. A Meire que passou na rua mais um mês até encontrá-la corria o risco de contrair as doenças que a Vacina V12 previne, além de estar com a barriga dilatada de tantos vermes.
O Fred que passou mais quatro meses na rua, até encontrar a nossa casa, era muito assustado.
Atualmente estão com 10 meses, são fortes e sadios e pesam 12 quilos e já foram castrados. São cães vira latas, SRD (sem raça definida), cor cinza com manchas rajadas.
Vão viver aqui conosco por 12 a 15 anos até o final de suas vidas e vamos desfrutar de sua alegria e amizade.
Esta historia é real e podemos refletir: a necessidade de vacinar os filhotes com as vacinas V12 e a anti-rábica; a importância da castração para dar qualidade de vida aos animais; a questão das pulgas que tem haver com o ambiente insalubre, nós humanos que temos o dever de manter as instalações dos animais limpas, para que eles não sejam hospedeiros de pulgas, carrapatos e vermes; quando adotar levar dois animais da mesma idade, e de sexos opostos, pois eles se curtem muito. A foto da família esta abaixo.
Por: Eliane e José Roberto.
Imagem inicial do blog
MÚSICAS PARA RELAXAR
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Ano 04 - Nº09 - PROJETO APROXIME-SE
"O AUXÍLIO AO PRÓXIMO É SEU MELHOR INVESTIMENTO."
livro Sinal Verde
livro Sinal Verde
Como trabalhadores da última hora, aproveitemos as oportunidades que nos são oferecidas para a nossa vida de trabalho enobrecedor, de aprendizagem.
Agora o CEAE Patriarca lhe oferece mais uma opor-tunidade de auxílio.
O Projeto Aproxime-se tem um amplo espaço aberto de trabalho, e todos eles envolvendo crianças de diversas ida-des.
Com certeza uma delas te dará muita alegria e satisfação ao seu coração.
Um pouquinho do seu tempo é um enorme momento de ALEGRIA E FELICIDADE para todas essas crianças.
Venha você também....
Aproxime-se e encha-se de Amor.
Aproxime-se e encha-se de carinho.
Aproxime-se e encha-se de Paz.
Aproxime-se e encha-se de satisfação.
Com mais esta oportunidade, certamente seremos mais felizes quando somamos a nossa felicidade com a felicidade dos nossos irmãos.
PARA MAIORES INFORMAÇÕES DEIXE SEU CONTATO NA NOSSA LIVRARIA PARA ANA LETÍCIA OU JULIANO, APRENDIZES DA 6ª TURMA.
"Aquele que deseja sinceramente tornar-se útil para seus irmãos, encontra mil ocasiões de fazê-lo. Que as procure e as encontrará. Se não for de uma maneira, será de outra, pois não há uma só pessoa, no livre gozo de suas facu-ldades, que não possa prestar algum serviço, dar uma consolação, amenizar um sofrimento físico ou moral, tomar uma providência útil."
O Evangelho Segundo Espíritismo pág:156
Por: Ana Letícia e Juliano Mata
Ano 04 - Nº09 - NOSSOS IRMÃOS OS ANIMAIS
Dona Maria José
Em Nov/08, uma senhora de mais de 70 anos, chamada Maria José, me procurou pedindo que eu recebesse os seus gatos, porque os vizinhos dela esta-vam reclamando e embora ela gostasse muito deles teria que dar um fim neles. Seus olhos eram tão mei-gos e tão azuis e mostravam aflição... Respondi que não poderia ficar com os gatinhos, pois tinha muitos animais.
Expliquei que poderia arrumar castração gratuita dos gatos e gatas e que poderia ajudar com ração.
Ela aceitou a ajuda e me explicou que no começo do ano adotou uma gatinha preta que estava prenha , que deu a luz a quatro gatinhos. Passado mais uns 6 meses, nasceram mais 12 gatinhos, totalizando 17 gatos em menos de um ano.
Passamos então a prender os gatos e levá-los para casa de amigos para serem abrigados em gaiolas e depois seguirem para a castração que foi patrocinada por uma ONG. Para nossa surpresa todos os dezessete gatos eram pretos e a Dona Maria Jose sabia identi-ficar cada um por nome e quem era a mãe.
Foi uma experiência muito boa, fomos visitá-la e vimos os seus gatinhos alegres, brincando e o casal de idosos estava visivelmente feliz com a companhia dos gatos.
Desta historia podemos refletir muitas idéias: a importância da castração; os preconceitos com os gatos pretos que são vitimas de grandes maldades; a posse responsável; ONGs que fazem castração de ani-mais gratuitamente ou a preços justos; qualidade de vida aos animais; e etc.
A amiga Daniela Xavier (Libras), voluntária da ONG Adote um Gatinho, completa: Azar de verdade é não ter um gatinho preto. ... Sempre são os últimos a serem escolhidos para adoção e na maioria das vezes nem conseguem um lar, mesmo dóceis, carinhosos e meigos, exclusivamente por sua cor.
Se vocês quiserem ler na íntegra a opinião da Dani, e quando surgiu o preconceito e outras informações:
GATO PRETO
OS SETE MANDAMENTOS DA POSSE RESPONSÁVEL
REIRO321
Por Eliane e José Roberto
Em Nov/08, uma senhora de mais de 70 anos, chamada Maria José, me procurou pedindo que eu recebesse os seus gatos, porque os vizinhos dela esta-vam reclamando e embora ela gostasse muito deles teria que dar um fim neles. Seus olhos eram tão mei-gos e tão azuis e mostravam aflição... Respondi que não poderia ficar com os gatinhos, pois tinha muitos animais.
Expliquei que poderia arrumar castração gratuita dos gatos e gatas e que poderia ajudar com ração.
Ela aceitou a ajuda e me explicou que no começo do ano adotou uma gatinha preta que estava prenha , que deu a luz a quatro gatinhos. Passado mais uns 6 meses, nasceram mais 12 gatinhos, totalizando 17 gatos em menos de um ano.
Passamos então a prender os gatos e levá-los para casa de amigos para serem abrigados em gaiolas e depois seguirem para a castração que foi patrocinada por uma ONG. Para nossa surpresa todos os dezessete gatos eram pretos e a Dona Maria Jose sabia identi-ficar cada um por nome e quem era a mãe.
Foi uma experiência muito boa, fomos visitá-la e vimos os seus gatinhos alegres, brincando e o casal de idosos estava visivelmente feliz com a companhia dos gatos.
Desta historia podemos refletir muitas idéias: a importância da castração; os preconceitos com os gatos pretos que são vitimas de grandes maldades; a posse responsável; ONGs que fazem castração de ani-mais gratuitamente ou a preços justos; qualidade de vida aos animais; e etc.
A amiga Daniela Xavier (Libras), voluntária da ONG Adote um Gatinho, completa: Azar de verdade é não ter um gatinho preto. ... Sempre são os últimos a serem escolhidos para adoção e na maioria das vezes nem conseguem um lar, mesmo dóceis, carinhosos e meigos, exclusivamente por sua cor.
Se vocês quiserem ler na íntegra a opinião da Dani, e quando surgiu o preconceito e outras informações:
GATO PRETO
OS SETE MANDAMENTOS DA POSSE RESPONSÁVEL
REIRO321
Por Eliane e José Roberto
Ano 04 - Nº09 - SESSÃO DOUTRINÁRIA
As sessões doutrinárias constituem um programa simplificado para exposição de conceitos básicos espíritas, dirigidos àqueles que concluem uma fase da série de passes da Assistência Espiritual.
Tem como objetivo promover o auto-equilíbrio dos assistidos através do esclarecimento espírita evan-gélico.
As sessões doutrinárias são compostas por reuniões semanais, com no máximo 45 minutos de duração, que ocorrem em paralelo ao trabalho de Preleção Evangélica e Passes.
É interessante que se busque organizar a sala para que as cadeiras se posicionem em círculo para melhor atender à comunicação do grupo.
A direção fica a cargo de um dirigente e um auxi-liar (quando possível). Os temas podem ser desen-volvidos pelo dirigente ou por um expositor convi-dado, podendo ocorrer a participação dos assistidos, bem como questionamentos e depoimentos.
Os assistidos encaminhados, em processo de com-clusão da série de passes ou por algum encaminha-mento especial, definido pelo Exame Espiritual, o que ocorre geralmente quando o assistido necessita de mais esclarecimentos para melhor recepção e manu-tenção dos passes.
A sessão doutrinária deve seguir um roteiro bastan-te simples, mas com um conteúdo orientado por temas específicos e organizados. Inicia-se com uma prepara-ção simples (semelhante à da Preleção Evangélica), em seguida a exposição do tema programado e finali-zando, um encerramento também semelhante ao da Preleção.
Os temas serão desenvolvidos em ordem de acordo com a orientação presente no Livro Vivência do Espiritismo Religioso, de forma que sejam, assim, padronizados. São um total de 18 temas que se repetem de forma rotativa. A abordagem deve ser dialogante, visando o esclarecimento amplo, com base moral e evangélica de fácil compreensão, o expositor deve estar apto a esclarecer quaisquer dúvidas dentro ou fora do assunto proposto.
A sessão doutrinária não deve ser substituída por outro tratamento, pois é através dela que muitas vezes os assistidos despertam para o estudo e busca do auto-conhecimento, fazendo desenvolver em si mesmo a necessidade de trabalho interior para o surgimento do homem novo, através da prática do Evangelho de Jesus.
(Fonte – “Vivência do Espiritismo Religioso” – Editora Aliança)
Por: Maria do Carmo M. Galante
Tem como objetivo promover o auto-equilíbrio dos assistidos através do esclarecimento espírita evan-gélico.
As sessões doutrinárias são compostas por reuniões semanais, com no máximo 45 minutos de duração, que ocorrem em paralelo ao trabalho de Preleção Evangélica e Passes.
É interessante que se busque organizar a sala para que as cadeiras se posicionem em círculo para melhor atender à comunicação do grupo.
A direção fica a cargo de um dirigente e um auxi-liar (quando possível). Os temas podem ser desen-volvidos pelo dirigente ou por um expositor convi-dado, podendo ocorrer a participação dos assistidos, bem como questionamentos e depoimentos.
Os assistidos encaminhados, em processo de com-clusão da série de passes ou por algum encaminha-mento especial, definido pelo Exame Espiritual, o que ocorre geralmente quando o assistido necessita de mais esclarecimentos para melhor recepção e manu-tenção dos passes.
A sessão doutrinária deve seguir um roteiro bastan-te simples, mas com um conteúdo orientado por temas específicos e organizados. Inicia-se com uma prepara-ção simples (semelhante à da Preleção Evangélica), em seguida a exposição do tema programado e finali-zando, um encerramento também semelhante ao da Preleção.
Os temas serão desenvolvidos em ordem de acordo com a orientação presente no Livro Vivência do Espiritismo Religioso, de forma que sejam, assim, padronizados. São um total de 18 temas que se repetem de forma rotativa. A abordagem deve ser dialogante, visando o esclarecimento amplo, com base moral e evangélica de fácil compreensão, o expositor deve estar apto a esclarecer quaisquer dúvidas dentro ou fora do assunto proposto.
A sessão doutrinária não deve ser substituída por outro tratamento, pois é através dela que muitas vezes os assistidos despertam para o estudo e busca do auto-conhecimento, fazendo desenvolver em si mesmo a necessidade de trabalho interior para o surgimento do homem novo, através da prática do Evangelho de Jesus.
(Fonte – “Vivência do Espiritismo Religioso” – Editora Aliança)
Por: Maria do Carmo M. Galante
Ano 04 - Nº09 - PENSEMOS NISSO !
CADERNETA PESSOAL: UM CONVITE AO AUTOCONHECIMENTO
Venho acompanhando a 7ª Turma de
escola de Aprendizes do Evangelho e
percebo (como em toda turma) o entrave que é a introdução da caderneta pessoal para os alunos. Muitos até desistem de frequentá-la pensando no martírio de preencher periodicamente aquele cader-ninho azul com seus problemas, defeitos e virtudes.
Mas aquele que assim procede comete um grande erro, já que este é um instrumento bastante favorável para a descoberta de seu próprio eu.
Vou relatar um pouquinho da minha experiência sobre o assunto:
Quando fui apresentada à minha caderneta durante os áureos tempos de Escola (fiz parte da 2ª turma desta casa) deparei-me com um grande problema: descobri que não me conhecia o suficiente para escrever sobre mim, minhas tendências, meus defeitos e, muito menos, acerca das minhas virtudes. Sobre estas últimas, então, acre-ditava de verdade que não possuía nenhuma.
Era hora de debruçar-me sobre um objeto de estudo que era dês-conhecido para mim: - eu mesma.
Procurei observar-me mais de perto. Analisava minhas emoções, meus sentimentos e minhas reações a cada fato que acontecia co-migo: fui aos poucos reconhecendo atitudes que me passavam total-mente despercebidas, pois eram naturais a mim. Ia registrando tudo na caderneta e acabei descobrindo defeitos e vícios comportamen-tais que eu considerava não possuir.
Foi muitas vezes dolorido, admito, mas as coisas começaram a fazer mais sentido. Conhecendo-me melhor, aprendi a conviver com minhas limitações de maneira muito mais pacífica. Tudo que me incomodava antes, continua incomodando, é claro, mas já consigo lidar com minhas imperfeições pessoais sem me odiar irreme-diavelmente.
O próximo passo foi descobrir se eu era capaz de ter alguma virtude. A Marli, minha abnegada dirigente, dizia-me sempre para escrever sobre as coisas positivas existentes em mim. É muito mais difícil notarmos uma virtude que um defeito, já que naturalmente costumamos nos depreciar, mas era um novo desafio.
Acabei descobrindo uma coisinha ou outra, que não sei se chega a ser uma virtude, mas que me fizeram crescer dentro do meu auto-conceito. E, acreditem-me, isso me fez muito bem, já que eu sempre fui meu mais severo juiz.
Hoje acredito que fazer caderneta pode até parecer assustador no início, mas as mudanças que vão se operando ao longo de todo o processo são muito benéficas. Gradativamente vamos nos equili-brando e nos fortalecendo para as dificuldades diárias, justamente porque aprendemos a nos respeitar como seres humanos que somos. Reconhecendo nossos pontos negativos é mais fácil miná-los com comportamentos opostos. Quem sabe um dia eles desapareçam de uma vez. Mas acredito que reconhecer o que temos de bom é nossa maior vitória, pois aprendemos a valorizar nossas atitudes positivas e, dessa maneira, suplantar pacientemente, pouco a pouco as nega-tivas.
É um convite para a auto-reflexão. Cabe a nós, agora, corajo-samente, aceitarmos ou não.
Por : Ana Cristina Saracini Navarro
Venho acompanhando a 7ª Turma de
escola de Aprendizes do Evangelho e
percebo (como em toda turma) o entrave que é a introdução da caderneta pessoal para os alunos. Muitos até desistem de frequentá-la pensando no martírio de preencher periodicamente aquele cader-ninho azul com seus problemas, defeitos e virtudes.
Mas aquele que assim procede comete um grande erro, já que este é um instrumento bastante favorável para a descoberta de seu próprio eu.
Vou relatar um pouquinho da minha experiência sobre o assunto:
Quando fui apresentada à minha caderneta durante os áureos tempos de Escola (fiz parte da 2ª turma desta casa) deparei-me com um grande problema: descobri que não me conhecia o suficiente para escrever sobre mim, minhas tendências, meus defeitos e, muito menos, acerca das minhas virtudes. Sobre estas últimas, então, acre-ditava de verdade que não possuía nenhuma.
Era hora de debruçar-me sobre um objeto de estudo que era dês-conhecido para mim: - eu mesma.
Procurei observar-me mais de perto. Analisava minhas emoções, meus sentimentos e minhas reações a cada fato que acontecia co-migo: fui aos poucos reconhecendo atitudes que me passavam total-mente despercebidas, pois eram naturais a mim. Ia registrando tudo na caderneta e acabei descobrindo defeitos e vícios comportamen-tais que eu considerava não possuir.
Foi muitas vezes dolorido, admito, mas as coisas começaram a fazer mais sentido. Conhecendo-me melhor, aprendi a conviver com minhas limitações de maneira muito mais pacífica. Tudo que me incomodava antes, continua incomodando, é claro, mas já consigo lidar com minhas imperfeições pessoais sem me odiar irreme-diavelmente.
O próximo passo foi descobrir se eu era capaz de ter alguma virtude. A Marli, minha abnegada dirigente, dizia-me sempre para escrever sobre as coisas positivas existentes em mim. É muito mais difícil notarmos uma virtude que um defeito, já que naturalmente costumamos nos depreciar, mas era um novo desafio.
Acabei descobrindo uma coisinha ou outra, que não sei se chega a ser uma virtude, mas que me fizeram crescer dentro do meu auto-conceito. E, acreditem-me, isso me fez muito bem, já que eu sempre fui meu mais severo juiz.
Hoje acredito que fazer caderneta pode até parecer assustador no início, mas as mudanças que vão se operando ao longo de todo o processo são muito benéficas. Gradativamente vamos nos equili-brando e nos fortalecendo para as dificuldades diárias, justamente porque aprendemos a nos respeitar como seres humanos que somos. Reconhecendo nossos pontos negativos é mais fácil miná-los com comportamentos opostos. Quem sabe um dia eles desapareçam de uma vez. Mas acredito que reconhecer o que temos de bom é nossa maior vitória, pois aprendemos a valorizar nossas atitudes positivas e, dessa maneira, suplantar pacientemente, pouco a pouco as nega-tivas.
É um convite para a auto-reflexão. Cabe a nós, agora, corajo-samente, aceitarmos ou não.
Por : Ana Cristina Saracini Navarro
Ano 04 - Nº09 - FILME DO CHICO XAVIER
Após sete semanas nos cinemas brasileiros, Chico Xavier já tinha sido assistido por cerca de 3.199.000 pessoas. O filme de Daniel Filho já arrecadou mais de 28 milhões de reais com o sucesso nas bilheterias.
Por Lauro Jardim
Fonte: Veja
Radar on-line
O filme começa com uma desculpa sincera:
"A história de um homem não cabe num filme. O que se pode é ser fiel à essência de sua trajetória"
E quando termina e acontece algo inédito pra mim até então: as pessoas não se levantam, e continuam em silêncio assistindo aos créditos, enquanto Chico (o verdadeiro) dá sua entrevista ao Pinga-Fogo. Os créditos enfim terminam, e as pessoas saem em silêncio... Um lindo silêncio...
Por: Equipe Editorial
Por Lauro Jardim
Fonte: Veja
Radar on-line
O filme começa com uma desculpa sincera:
"A história de um homem não cabe num filme. O que se pode é ser fiel à essência de sua trajetória"
E quando termina e acontece algo inédito pra mim até então: as pessoas não se levantam, e continuam em silêncio assistindo aos créditos, enquanto Chico (o verdadeiro) dá sua entrevista ao Pinga-Fogo. Os créditos enfim terminam, e as pessoas saem em silêncio... Um lindo silêncio...
Por: Equipe Editorial
Ano 04 - Nº9 - O CHAMADO DA POESIA
AMAR.....
Amar a vida, amar o mar.
Amar a chuva, amar o luar.
Amar nossas matas, nossos animais.
Amar todas as coisas, todos os seres.
Amar... Amar... Amar... Amar... Nada mais.
Quanta grandeza, quanta beleza no amor.
Sentir nossos corações, transbordando de emoções.
Emoções de poder dar, de poder doar.
Doar nossos momentos, nossos sentimentos.
Sentimentos de pureza, dentro de nossa grandeza.
MENSAGEM RECEBIDA EM, 10/10/99.
Por: Gessi Maria
Amar a vida, amar o mar.
Amar a chuva, amar o luar.
Amar nossas matas, nossos animais.
Amar todas as coisas, todos os seres.
Amar... Amar... Amar... Amar... Nada mais.
Quanta grandeza, quanta beleza no amor.
Sentir nossos corações, transbordando de emoções.
Emoções de poder dar, de poder doar.
Doar nossos momentos, nossos sentimentos.
Sentimentos de pureza, dentro de nossa grandeza.
MENSAGEM RECEBIDA EM, 10/10/99.
Por: Gessi Maria
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