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MÚSICAS PARA RELAXAR

quinta-feira, 21 de abril de 2011

NOSSO IRMÃOS ANIMAIS

 FÉRIAS

Após as confraternizações de dezembro e durante as férias de verão, multiplicam-se os casos de abandonos de animais domésticos, no Brasil, e em todo Mundo.
São encontrados assustados e perdidos desde a passagem do ano novo, por causa dos rojões e fogos de artifício... Alguns deixados sozinhos nas casas, nos quintais e com o barulho dos fogos dão um jeito de procurar abrigo mais seguro e acabam por se perder...  Outra parte são largados, como estorvos, pois suas famílias irresponsavelmente saem para se divertir, e os animais são deixados nas ruas e praças ...

Existem tantas formas de minimizar o abandono dos animais... 

Pensando nas escolhas de Jesus, com sua família de anjos (Maria de Nazaré, Jose Carpinteiro) preferiu nascer entre animais domésticos - vacas, cavalos, cães, ovelhas, pois que estes animais têm uma psicosfera curativa envolvente de amor, de humildade, de paz... Diferente da psicosfera egoísta da maioria dos homens da época e da atualidade que com seus fluidos pesados, dificultariam até o nascimento de Jesus.

 Precisamos refletir muito sobre estas idéias, a fim de que as novas gerações de homens e mulheres, ou seja, nós mesmos, no futuro sejamos mais responsáveis e paremos definitivamente de causar sofrimento aos animais e assim criar uma psicosfera saudável no nosso Planeta.

Por: Eliane e José Roberto

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Ano 04 - Nº11 - O PASSE ESPÍRITA

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Através dos centros de força ou chakras, pode-se receber os fluídos que são aplicados como passes.
O passe é uma troca onde você direciona o seu melhor positivamente através de fluídos para que sejam renovadas as energias.
Esses fluídos é retirado do fluído universal que alimenta e ativa os centros de força quando o indivíduo é receptivo, tanto doador como receptor.
A saúde é diretamente relacionada ao equilíbrio entre o espírito e a matéria, tendo como intermediário o perispírito que leva as informações e sensações para ambos.
Quando um fator interno ou externo entra em desequilíbrio, o passe pode auxiliar harmonizando esses fluídos naturalmente se, a pessoa que os receber estiver aberto para tanto.
Verifica-se que é nescessár4io a participação do paciente para que o passe tenha sua função restauradora já que, todos têm livre arbítrio e podem abrir ou fechar as portas de seu corpo, mente e coração e receberem ou não as energias através do passe.
Essa participação não é só no instante do passe mas também em sua verdadeira reforma interior para melhorar seu padrão vibratório e acerca-se de bons espíritos.

ENTÃO:
• A finalidade do passe é a harmonização do físico ou do psiquismo trocando os fluidos doentes (deletérios) por fluidos bons, produzindo o equilíbrio de áreas lesadas. É importante que o equilíbrio neurológico garanta a lucidez mental e intelectual do doente.

• A vontade é que relaciona o dar e receber do passe. Quem ministra o passe, está imbuído da vontade de servir e ajudar ao irmão necessitado, enquanto o que recebe o passe tem vontade de se curar e se promete modificar seus hábitos morais menos nobres.

• A cura se deve ao reajuste do espírito, pois o passe é apenas um auxiliar.

• Para evitar recaídas é necessário que o indivíduo promova uma mudança nas suas atitudes e comportamentos.

• De acordo com Kardec, "cura se opera mediante a substituição de moléculas malsã, por molécula sã. O poder curativo estará, pois na razão direta da substância inoculada; mas depende também, da energia da vontade que, quanto maior for, tanto mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dá ao fluido" (Kardec, Gênese, item 31).

FONTE: O porque do passe - Autor: D. E. Mariah
INTERNET: http://movimentoespiritapiaui.com/page_30.html

POR: Equipe Editorial

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ano 04 - Nº11 - MENSAGEM - VIGIAI E ORAI

Quer no corpo ou fora dele, os espíritos se contatam.
O Pensamento é uma onda que se propaga para além
do espaço e do tempo. O amor não conhece fronteiras.

Vigiai e Orai – pág. 186

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INÍCIO DIA 05/02/2011
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Ano 04 - Nº11 - PENSEMOS NISSO !

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UMA LONGA CAMINHADA

Queridos companheiros de reflexão, convido-os a analisarmos algumas situações cotidianas: ao chegarmos no trabalho, desejamos bom-dia a todos que ali se encontram, e um dos presentes deixa de nos responder ao cumprimento. Que fazemos então? Imediatamente nos enchemos de orgulho e desejamos a este colega (ainda que em pensamento) que o dia dele seja horrível. Quando chegamos cansados em nossos lares, ao final de um longo período de trabalho estressante, por causa de uma palavra solta ao acaso por um de nossos familiares, somos capazes de criar um tamanho incômodo, que se prolongará por muitos e muitos dias. Se estamos no trânsito caótico de São Paulo e somos fechados por alguém, concentramos toda nossa força mental para que ele, merecidamente, encontre alguém maisa frente que o faça experimentar de sua própria atitude.
Pensemos agora em como nosso padrão vibratório pode estar após todos estes pensamentos. Quem será que saiu perdendo? O que ganhamos com isso? Talvez uma carga negativa que nos levará ao desgaste físico e emocional. Mais tarde, quem sabe até desenvolvamos algum tipo de moléstia física. E para quê? Perdoar (palavra tão fácil de dizer, tão difícil de praticar) nada mais é que um ato de compreensão. É nos colocarmos no lugar do outro, exatamente daquele que nos magoou. É entendermos o motivo que nosso companheiro de trabalho, que deixou de nos responder pela manhã, pode ter tido para não fazê-lo.
Uma hipótese é a de simplesmente não ter ouvido nossas palavras, porque sua atenção está voltada aos seus afazeres. O familiar que nos irritou pode tê-lo feito porque teve um dia muito mais cheio do que o nosso. Aquela pessoa que nos fechou no trânsito pode estar com pressa por ter recebido a notícia de que um ente querido está hospitalizado.
Nós podemos e devemos colocar a compreensão em nossa vivência diária, para que nossa energia e vibração se tornem elevadas. É preciso nos lembrarmos de que, como diz o Mestre, “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”; portanto, convém escolhermos com cuidado a semente que
colocamos para germinar. Qual o tamanho, cor ou perfume desejamos que tenham as flores de nosso jardim? Parece complicado, mas o primeiro passo dado traz consigo o resto da caminhada. Basta termos boa vontade e coragem para iniciá-la.



POR: ANA CRISTINA SARACINI NAVARRO

Ano 04 - Nº11 - SESSÃO DOUTRINÁRIA

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O segundo tema que discutimos e trabalhamos na Sessão Doutrinária é: Para onde vamos quando morremos. O que é a morte: colheita obrigatória de nossa semeadura.
Quando questionamos o grupo sobre: Para onde vamos quando morremos? As respostas são as mais diversas, porém uma coisa nos fica muito clara: todos acreditamos na vida após a morte.
Sem essa crença, ficaria incoerente discutirmos esse tema.
Na literatura espírita nos é mostrado com clareza, o ensinamento de Jesus de que é livre a semeadura porém a colheita é obrigatória. No plano espiritual, quando desencarnamos, cada um colhe exatamente aquilo que semeou na Terra. Se cultivou o amor, amor será colhido; se discórdia, também haverá discórdia na colheita.
No livro O Céu e o Inferno, Kardec nos mostra que não há céu beatífico e que também não há inferno em que são condenadas as almas daqueles que erraram, às vezes até inconscientemente.
Mostra a Justiça Divina em toda a sua plenitude com o componente da Misericórdia. Todo erro precisa ser reparado. Por isso traz muitas vezes a dor e o sofrimento como consequência.
Após a reparação, se está livre para continuar a caminhada. Entendemos ainda, que após a morte, estaremos onde nos colocará a nossa consciência.
Se acreditarmos no sono da espera do Juízo Final, ficaremos adormecidos. Se a culpa, a vingança e o ódio abraçar nosso coração e nossa mente, ficaremos presos ao vale de sofrimento e lágrimas construídos por nós mesmos através dos nossos sentimentos refletindo o nosso plantio, na Terra (nosso Umbral Pessoal).
No entanto, vale lembrarmos sempre que Deus, em sua infinita bondade nos proporciona nova oportunidade através da reencarnação, para que possamos resgatar nossos débitos e caminharmos na nossa evolução.

Fontes: Livro dos Espíritos, Curso Básico de Espiritismo – Edgar Armond – Editora Aliança


POR: MARIA DO CARMO MACHADO GALANTE

Ano 04 - Nº11 - MENSAGEM - CASA E LAR

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CASA E LAR


Casa é uma construção de cimento e tijolos.
Lar é uma construção de valores e princípios.
Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio.
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.
Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir,
usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para
sair e retardamos a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família
anseiam por estar nele, onde refazem suas energias,
alimentam-se de afeto e encontram o conforto do
acolhimento. É onde temos pressa de chegar e
retardamos a hora de sair.
Numa casa criamos e alimentamos problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.
Numa casa moram pessoas que mal se
cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na
divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam.
Casa é local de dissensões, conflitos, discórdia.
No lar as dissensões, os conflitos, existindo,
servirão para esclarecer e engrandecer.
Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
No lar sonhamos juntos.
Numa casa há azedume e destrato.
Num lar sempre há lugar para a alegria.
Numa casa nascem muitas lágrimas.
Num lar plantam-se sorrisos.
A casa é um nó que oprime, sufoca.
O lar é um ninho que aconchega.
Se você ainda mora em uma casa, nós o
convidamos a transformá-la, com urgência,
em um lar e que Jesus seja sempre o seu
convidado especial.


Autor Anônimo
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