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MÚSICAS PARA RELAXAR
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Encontro de Trabalhadores do CEAE Patriarca
Palestra “Mediunidade e Depressão”
com Edelso da Silva Junior
ocorrida em 29/09/2012 no CEAE Patriarca
Jesus disse:
Onde houver dois ou três estiverem reunidos em meu nome, lá Eu estarei.
Onde houver dois ou três estiverem reunidos em meu nome, lá Eu estarei.
(Mt 18,20)
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
A Incapacidade Física
Passamos tantas vezes pelas ruas, vemos cadeiras de rodas, cegos, muletas e muitas vezes desconhecemos a dor.
A dor do próximo , que muitas vezes passa despercebida por nós, daquele que pede no semáforo
Daqueles que nunca puderam enxergar a luz, as flores,o sol, os mares.
Daqueles que já puderam ver, mas perderam este Dom maravilhoso
Aqueles que não podem sair de casa, facilmente como nós,pois não podem andar , nasceram assim ou algo os deixou assim, um acidente, uma doença ...
É maravilhoso ter o Dom de andar, para o trabalho, para um passeio
Como são preciosas as mãos que criam, trabalham sem cessar e muitas vezes, nem lembramos delas
Quantos as perderam , na sua função ou não mais as tem
Como deve ser difícil querer trabalhar, criar e não poder, porque muitos podem trabalhar, mas o trabalho não os desperta, só perdendo a função, é que muitos irão sentir falta.
Quantos saem em seus carros, desrespeitando a vida e quantos voltam paraplégicos
Vários adolescentes degradam seu corpo , no mundo dos vícios
Muitos deficientes não podem falar e nem ouvir, muitas vezes ignoramos ...
Quanta deficiência, neste mundo que é de matéria e quão podemos ser falíveis e atingíveis
Mas nem sempre o homem pensa nisto
Nem sempre as autoridades, os governos fazem algo para minorar a dor destas pessoas, que também são seres humanos
Porém grande é a luta humana e a capacidade do homem
Quantos paraplégicos se tornaram atletas,quantos que perderam suas pernas , estão dando aulas afora pelos mares, carregando próteses
Vários tornaram-se campeões no salto, carregando uma perna protética
Perde-se uma função, mas o homem aprende a desenvolver outra que a compense
Muitos cegos, sabem ler,muitos cantam,paraplégicos podem trabalhar , podem ser bons locutores, vendedores, pintores
Mas estão por ai afora, carregando suas dores, mas dando lições de vida, de luta, de amor
Porque pior que aquele que é deficiente da matéria, é aquele que tem a matéria perfeita e a destroe, no trânsito, nas drogas, na violência,
Pior, é aquele que tem as mãos perfeitas e não podem estender a mão a seu semelhante,tem o reumatismo no espírito,
Quantos ainda tem as usado para matar
Pior aquele que usa as mãos para praticar o mal ao próximo
Melhor se ter a deficiência da fala, que usar a fala para denegrir, desunir, degradar
Quantos tem pernas perfeitas e não são capazes de caminhar até aquele que sofre,o frio a fome, a dor
Mas ficam em suas casas, lastimando a vida, reclamando de tudo e de todos,muitas vezes, criticando aqueles que estão no trabalho, ou mesmo aquele deficiente que está nas ruas trabalhando para ganhar seu sustento.
Pior deficiente é o deficiente do espírito
Valorizemos o instrumento que Deus nos deu para o trabalho.Se falha-nos uma mão, temos outra, se não as temos ,podemos usar as palavras para orientar, podemos caminhar até aquele que sofre mais.Uma pessoa paraplégica, se tem as mãos, podem trabalhar com elas de muitas formas,pode criar muitas coisas
A maior benção que o ser humano pode conhecer, que o faz crescer sempre,é o trabalho honesto, caritativo, seja como for
Mas se ele não puder trabalhar , se a deficiência o limita num cárcere de dor, que entregue a Jesus a sua dor
Que possamos sempre agradecer as bençãos em nossas vidas, e nunca esquecermos daqueles que tem tão menos que nós
Que não sejamos deficientes da alma.
http://www.universoespirita.org.br/
As Crianças da Nova Era
Não podemos negar que as crianças de hoje, estão muito diferentes. Esses espíritos que estão nascendo entre nós são muito mais inteligentes, fraternais e com grande poder de dedução e lógica.
Quem de nós, hoje, não conhece uma criança que já disse ou fez coisas muito avançadas para sua idade? Quem já não observou alguma criança, de 3 ou 4 anos de idade, falando como "gente grande"?
No livro cientifico "Crianças Índigo", lançado em 1999, pelos pesquisadores norte-americanos Lee Carrol e Jan Tober, é revelado que, de algumas décadas para cá, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos vêm descobrindo que grande parte das crianças apresentam características das crianças Indigo, isto é, crianças dotadas de grande intelecto. Segundo os autores do livro, a denominação Índigo se deve ao fato de terem estas crianças auras azuladas, fato este observado por colaboradores dotados de vidência.
De acordo com os pesquisadores, os Índigo, apesar do elevado QI e QE, podem também apresentar problemas de comportamento como hiperatividade ou distúrbios de deficit de atenção, o que suscita problemas de relacionamento tanto em casa como na escola, pois são crianças e jovens questionadores, que percebem as verdadeiras intenções e fraquezas dos adultos e os enfrentam de igual para igual.
Diz ainda o livro, que eles se portam com nobreza e não têm problemas de auto-estima, mas têm dificuldades de desempenhar algumas tarefas (como esperar na fila, por exemplo), não gostam de rotinas ou rituais repetitivos, se dão melhor com seus "iguais" e não tem vergonha de expor suas necessidades e ou desejos.
Já, a tese das Crianças Cristal, surgida algum tempo depois no meio espírita, sugere que são crianças mais evoluídas moralmente do que as Indigo, e que estariam reencarnando na Terra para implantar as bases, ético-moral, do mundo de regeneração.
Divaldo Pereira Franco, em seu livro "Nova Geração - A visão Espírita Sobre as Crianças Índigo e Cristal", e em palestra que circula na Internet (http://www.youtube.com/watch?v=cJzPVjF_ZgU), refere-se a tais crianças como uma nova geração de seres mais evoluídos do que a média terrena e que estariam reencarnando na Terra afim de impulsionar o desenvolvimento do planeta. Diz, ainda, que as Crianças Índigo foram classificadas pelos psicólogos em 4 grupos distintos: humanistas, artistas, conceituais e interdimensionais.
A este último grupo, os interdimensionais, Divaldo chama de "médiuns do amanhã", denominação que ele também dá às crianças Cristal, afirmando que algumas Cristal já estão encarnadas na Terra e são conhecidas por Crianças Estrela, por terem olhos vivos, grandes e brilhantes, e por se dedicarem à computação e a atividade virtual. Ainda sobre as crianças Cristal, o médium e palestrante afirma que elas começam a reencarnar para valer, no planeta, realmente a partir de 2012, que são os seres do futuro e responsáveis efetivamente por uma mudança maior na Terra e faz uma curiosa revelação ao dizer que segundo psicólogos, tais espíritos têm dificuldades para iniciar a fala, na atual reencarnação (o que ocorre, de fato, somente aos 2 anos de idade), pois não estão acostumados com a comunicação verbal.
Assim, há algum tempo já sabemos por Kardec (capítulo final do livro A Gênese), que uma nova geração viria cooperar para o progresso moral da Terra. Também, as autoras espirituais Joanna de Ângelis e Ermance Dufaux, já citaram esse fato (livros "Momentos de Harmonia" e " Reforma Íntima Sem Martírio", respectivamente).
Sabemos também que o nosso mundo progride e que espíritos reencarnam para impulsionar esse progresso, assim como aconteceu com os "capelinos" numa determinada fase do povoamento do Planeta Terra. Porém, cabe a nós ter bom senso e, diante de nossas crianças, sejam elas Índigo-Cristal-Estrela, ou não, evitarmos o orgulho e a vaidade de considerá-las "seres especiais", amparando-as, orientando-as e amando-as incondicionalmente. Beijão! ♥♥
Postado por Iany Lemos
domingo, 1 de julho de 2012
Quando os bons desejam..
Lutadoras da paz: Ellen Johnson-Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkul Karman.
Você já se deu conta de como o mundo está mudando? E não é para pior, de forma alguma.
Embora as manchetes, todos os dias, nos cientifiquem da violência, da desonestidade de muitos, o mundo está caminhando para melhores dias.
Basta se atente para notícias não tão retumbantes mas que se encontram em jornais, revistas, na internet.
Como asseverou Jesus: Buscai e achareis.
Quem, portanto, deseja saber o todo que ocorre nesta aldeia global, procura e encontra verdadeiras pérolas.
Por exemplo, a informação de quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, no ano de 2011.
Nada menos de três mulheres. E não é o fato de serem mulheres que torna a nota importante. Mas o que elas promovem, realizam em seus países e no mundo.
Ellen Johnson Sirleaf, presidente liberiana, primeira da África, eleita em 2005. Tawakkul Karman, ativista iemenita e Leymah Gbowee, assistente social da Libéria.
Leymah, em nome da paz, combate a desumana situação das mulheres no seu país, no Oriente Médio ou onde quer que a opressão as violente.
Mãe de seis filhos, essa mulher corajosa iniciou um movimento de mulheres para exigir a paz na Libéria. Viajou de aldeia em aldeia, organizando as mulheres.
Contra todas as expectativas, convenceram cristãs e muçulmanas a se unir. Seu discurso era:
Aqui, no movimento, não somos advogadas, ativistas nem esposas.
Não somos cristãs nem muçulmanas, não somos dessa ou daquela tribo. Não somos nem nativas nem da elite. Somos apenas mulheres.
Levar as mulheres a lutar pela paz era o que ela desejava fazer na vida.
Quando as mulheres lhe perguntavam: /Por que devemos fazer alguma coisa? – ela rebatia: Porque é da sua conta! Porque são vocês que têm sido violentadas pelos combatentes. Foi o seu marido que morreu. É o seu filho que está sendo alistado à força no exército. Luta árdua, difícil.
Foi o grupo de Leymah que apressou a renúncia do presidente Charles Taylor em 2003 e o fim da guerra civil em seu país.
De onde tira a sua coragem? Da fé, diz ela. Tudo o que sou, tudo que aspiro ser, tudo o que fui, foi pela graça de Deus.
E assevera: Sempre há algo que uma pessoa sozinha pode fazer. Deus nos criou a todos com alguma contribuição inigualável a dar.
Alguns são chamados para ser o vizinho que vai juntar as crianças para cantar ou escutar.
Outros, para ser grandes oradores.
Quero acabar com o mito de que somos vítimas o tempo todo.
Somos mulheres fortes que passamos pelo inferno e ainda conseguimos nos manter de pé.
Onde quer que estejamos, podemos nos levantar.
Nada pode nos impedir de sermos o que quisermos.
Hoje, Leymah viaja pelo mundo como diretora-executiva da rede de mulheres pela paz e pela segurança na África, defendendo mulheres e meninas e tem assento junto a autoridades, que a ouvem.
Bem afirmaram os Espíritos Celestes, em O Livro dos Espíritos que, quando os bons o quiserem, eles predominarão sobre a Terra.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base em dados colhido na entrevista Ela sonhou com a paz, de Dawn Raffel, de Seleções Reader´s Digest, de novembro de 2011 e no item 932 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
sábado, 23 de junho de 2012
Encontro de
Trabalhadores do CEAE Patriarca
Prestigie o
Encontro de Trabalhadores de sua Casa Espírita que se realizará em 30/06/2012
às 19:00h. Este encontro tem como propósito aproximar Fraternalmente os
Trabalhadores da Casa, ampliando seus conhecimentos e fortalecendo a fé para
continuarmos na jornada de disseminar o Evangelho do Mestre Jesus, refletindo
sobre o futuro das Casas Espíritas e as Transições
individuais.
Palestra e
Dinâmica com Ruperto Segundo Jaure Nunez e Equipe
Tema: Transição
Planetária
terça-feira, 5 de junho de 2012
Relações tóxicas
Tóxico é aquilo que sufoca, que intoxica, que produz efeitos nocivos.
Relações tóxicas são aquelas nas quais foram construídos elos de afeto no início do relacionamento e que não estão mais nos proporcionando crescimento e amadurecimento. A tal ponto chegam os conflitos da relação que transformam esse afeto em um relacionamento doentio, pesado e com riscos de se tornar destrutivo.
Devemos distinguir RELAÇÕES TÓXICAS de RELAÇÕES DESTRUTIVAS. A convivência, sempre que difícil, pode intoxicar a relação em algum momento e nem por isso deixa de ser educativa. Relacionar é um aprendizado contínuo e enquanto existe crescimento é natural que haja desafios e labirintos que vão testar os nossos valores e desenvolver nossas qualidades. Por sua vez, as chamadas relações destrutivas, não só não ensejam crescimento, como ainda tornam possíveis os acontecimentos e contextos que podem ser trágicos e traumáticos.
Para ampliar mais nossas reflexões digamos que, quando as relações difíceis não se harmonizam nos pontos de conflito mais graves, caminham para um relacionamento tóxico, mas são ainda possíveis de investimento pessoal e emocional, e portanto, recuperáveis. Quando as relações tóxicas não se encerram ou reciclam, caminham para os relacionamentos destrutivos. A sequência de desenvolvimento dos relacionamentos podem ser nessa ordem, dependendo da história de cada criatura.
Vejamos algumas características pertinentes à intoxicação de uma convivência:
Sensação de sufocamento pois no relacionamento uma das partes se anula, e não consegue se tornar e ser ela mesma.
Dependência emocional, submissão, autoritarismo.
Desrespeito aos princípios básicos de uma relação saudável.
Viciação de hábitos corretivos que não obtém resultados satisfatórios.
Frequentes contextos de mágoa.
Orgulho em não pedir ajuda especializada e fora do relacionamento para a sobrevivência da coexistência harmoniosa.
Ausência do dialogo que é o sintoma capital de como a convivência não anda bem.
Presença de disputa.
Indiferença como tentativa de melhorar da relação.
As relações tóxicas podem envenenar casamentos, sociedades comerciais, famílias, centros espíritas e todo tipo de convivência humana. Quando se atinge esse nível de dificuldades, que não levam a lugar nenhum, sem buscar a superação dos desafios de crescimento que elas propõem, a experiência de conviver se transforma em desgaste e peso. Quando algum aspecto da relação se intoxica entre duas pessoas é porque há um ciclo ou vários ciclos de aprendizado que não se fecharam ou foram mal resolvidos, gerando sofrimento.
Para quem partilha a visão do Espiritismo, há um componente nesse assunto que merece ponderação: ao entrar em um ciclo de intoxicação da convivência, muitos espíritas atribuem tais desarmonias a causas do passado reencarnatório e adotam uma postura de ilusória resignação como se a situação fosse um dia se resolver por automatismo. É como se a pessoa tivesse que passar pela experiência em função de algo que fez em outra vida. Eis uma análise muito perigosa, por dois motivos:
1º) Essa forma de entender costuma levar à acomodação de esperar a hora em que a provação de quem sofre neste tipo de relacionamento se extinguirá, como se isso estivesse completamente fora do âmbito de sua escolha e decisão em fazer algo. Nessa visão, a pessoa se acomoda e aceita a dor imposta por outrem.
2º) Essa acomodação impede o indivíduo de lançar um olhar para o presente, nublando e limitando as chances dos envolvidos na toxicidade da relação, de perceberem a que aprendizado estão sendo chamados, qual o objetivo daquele momento de sofrimento e como dele sair.
Existem relações tóxicas que não têm outro caminho a não ser a ruptura, porque correm risco de se tornarem destrutivas. Outras não necessitam de ruptura, mas de reposicionamento para que se recupere sua condição educativa. Enfim o que marca uma relação tóxica é que ela necessita ser reciclada e tratada, seja por qual caminho for.
Sejamos práticos na forma de analisar o assunto. O que intoxica uma relação é a nossa incapacidade em lidar com o que acontece dentro de nós, a partir de uma convivência. São os sentimentos que orientam ou desorientam a nossa conduta. O analfabetismo a respeito de nossa vida emocional possibilita uma série de efeitos nocivos à arte de amar e se relacionar. Sem lucidez sobre o que fazer com o ciúme, a inveja, a malquerença, o desejo, a tristeza, a mágoa, a antipatia e outras tantas emoções, fica muito escassa a chance de enriquecer nosso conviver e expressar nosso amor com a grandeza e liberdade que gostaríamos.
Algumas vezes, a pretexto de fidelidade ao amor, princípio máximo de nossa Doutrina, e bem intencionados no ideal de superação e crescimento, permanecemos em relações que não avançam ou amadurecem, sem saber como lidar com tais vivências desgastantes. O amor é mesmo uma meta, contudo, para que o apliquemos também a nós, teremos que admitir a quem e como damos conta de amar agora, respeitando nossos limites, solicitando ajuda, nos esforçando em direções diferentes daquelas que não apresentam resultados satisfatórios para melhoria das condições de uma convivência. A isso chamamos de reciclagem.
Vejamos algumas características pertinentes à relação iluminada por uma reciclagem:
Respeito aos limites pessoais.
Busca da leveza como única condição aceitável para uma relação madura.
Desenvolvimento da capacidade de dizer “não”.
Enfrentamento aos abusos de outrem a respeito de cobranças e expectativas.
Cultivo da autonomia como ponto fundamental da ética de conviver.
Afetividade abundante.
O prazer do diálogo.
Enaltecimento dos valores um do outro.
Sem dúvida, tomando por base essas características e mais algumas que poderíamos acrescentar, estamos nos direcionando para construir relações libertadoras de amor.
Por: Wanderley Oliveira
http://www.wanderleyoliveira.blog.br/artigos/relacoes-toxicas-16/03/12
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